O Sentido da Vida:

O SENTIDO DA VIDA: Antes da queda do homem no jardim do Éden o sentido da vida era viver o presente com o Criador.
Hoje o sentido da vida é fazer Teshuvah para garantir o futuro com Ele. (Rosh Yehudah)

terça-feira, 28 de abril de 2009

Lashon harah (má língua): Linguagem Proibida

A parashah passada falou sobre o período da mulher pós-parto, e sobre a pessoa com lepra, que era obtida entre outros pecados o principal pela má língua (lashon harah), a maledicência, como disse o Rei Salomão: A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto (Pv 18:21); essa punição que vinha do céu tinha como principal objetivo advertir as pessoas de seu erro, que por se tratar de palavras não se davam conta da gravidade que é esse pecado. Assim como no passado a lashon harah afasta as pessoas, e pode dividir um povo, pois é contagiosa!
Com o dever de fazer separação entre o santo e o profano, e o impuro e o puro (Levítico 10:10), o sacerdote examinava o suspeito, e sendo detectada a enfermidade o leproso passaria um tempo longe da comunidade, tempo este de angustia e reflexão, pois deveria levá-lo a reconhecer o seu erro.
Que sejamos atentos a nossas palavras, para não incorrer neste pecado, e ficarmos longe de nossa comunidade.

A língua benigna é árvore de vida, mas a perversidade nela deprime o espírito (Pv 15:4).

terça-feira, 21 de abril de 2009

Shacharit com Rosh Ezrah!

Com quase toda a Congregação presente e três visitantes, recebemos no ultimo shabat a presença do Rosh Ezrah de Curitiba, que chegou na quinta feira e tivemos muito tempo pra conversar. Foi muito importante à presença dele na congregação e não menos que isso foi à permanência dele em minha casa, onde com muita alegria e satisfação o recebemos, embora, tivemos vários contatos anteriores, desta vez de uma forma mais pessoal pude perceber que o Rosh Ezrah não é só um excelente líder, é uma excelente pessoa!
No Domingo à noite seguiu viagem pra MG onde passará em varias cidades.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Princesinhas!

Duas princesinhas solitárias na Beit-Rio, uma aluna e outra professorinha, não dá nem pra usar o plural de criança, pois uma já é quase uma Bat-Mitsvah, alem de ser a professorinha da Giovana, a Rafaela é nossa fotografa, e enquanto tira as fotos, que por sinal estão muito boas, a Giovana por sua vez “ensina” a boneca que para participar do serviço tem que usar snood.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Comprometidos!

Contando os dias! Oficialmente comprometidos o mais novo casal com certeza conta os dias para a cerimônia que ainda não foi marcada, mas pelo que conheço, nosso amigo já deve estar fazendo planos para que isso se realize o mais rápido possível. Que assim seja! Pena que quando isso acontecer haverá uma subtração em nossa Beit-Rio e uma adição na Beit Sumaré, mas, o importante é permanecer no povo não importa onde esteja.
Que o Eterno nosso D-us os abençoe!
Mazal tov!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Minian

Na manhã de pessach, quando a luz dos candelabros já não existia, era hora do shacharit, um momento especial e único até aqui na Beit-Rio, teve minian, e realizamos todo o serviço.

Neste pessach contamos com a presença do casal Benaiahuh e Sarah de Juiz de Fora, e Shaul de Valença.
Baruch HaShem!

O Seder

Durante a cerimônia muita alegria e descontração, pois todos entrosados e certos que estamos fora do Egito e do paganismo, celebramos com toda a convicção nossa “liberdade”, assim como nosso povo no passado só nos resta passar pelo “deserto” (caminhar), pois já passamos pelo “mar vermelho” (tevilah) e o “Faraó” (sistema mundano) não nos pegará mais. Só temos que tomar cuidado de não irmos à frente ou ficarmos a trás, e não sermos presa fácil de nossos inimigos, embora, podemos ser nosso próprio inimigo se nos deixar levar por vista e não por fé.

Pessach

Quarta feira passada (8/04), à noite, foi o Pessach, como mostra a foto tudo está bem organizado e muito bem preparado, pois nossos irmãos se empenharam muito, no domingo já tinha gente na Beit dando uma geral, mas correria mesmo foi na quarta feira, onde todos se desdobraram para que tudo ficasse pronto e perfeito, e não foi diferente, quando o sol se pôs tudo estava em ordem.
A todos nossos chaverim que se empenharam para a realização deste evento, meus agradecimentos!

Exemplo de Mestre!

Terça feira passada (7/04), à noite, celebramos o seder de Yeshua (Ceia). Em apenas um ano e quatro meses da Beit-Rio foi à segunda vez que celebramos, para alguns a primeira, mas de uma coisa todos concordam foi muito bom, emocionante, e, particularmente como oficiante ou não, foi o melhor seder de Yeshua que participei, por isso sou grato aos nossos chaverim que proporcionaram uma atmosfera agradável e espiritual para que fosse realizado de uma forma maravilhosa.
Que o exemplo de Rabi Yeshua de lavar os pés dos discípulos possa estar em nossos corações e que possamos por pra fora: humildade, simplicidade, união, amor e paz, a importância de participar deste evento, é marcar em nossa vida de fazer como nosso Mestre fez, já mais esqueceremos os atos de nosso Mestre, assim confirmamos nossa fé participando do pão (matsah) e do vinho.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Tevilah

No ultimo domingo 04/04 tivemos tevilah de duas pessoas, convictos do que queriam tomaram a firme decisão de não mais esperar e sem demora unir-se a nós. Morando um pouco distante da Beit, ainda que como visitantes, os dois não mediam esforços para estar conosco nos serviços de shabat, que possa continuar se esforçando, mas agora como parte do povo. Mazal tov!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Pessach: Matsah x Chamêts

Lançai fora o fermento velho, para que sejais uma nova massa,...
Pelo que celebremos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade.
Essas palavras de Shaul HaShaliach são bem transcendentais pois serve pra qualquer época desde a saída do Egito até aqui, que somos livres. Livres, será?
A Liberdade não é só estar livre de um julgo humano ou sem ter regras a seguir ou uma liderança a se submeter, mas, a verdadeira liberdade é submeter-se às ordenanças Divina como parte de seu povo, embora fazendo isso podemos criar em nós mesmo um sentimento de méritos próprios e achar que somos capazes de nos salvar, quando chegamos neste estagio de fé não estamos mais de acordo com a vontade do Eterno, mas, a nossa, e passamos a cumprir os mandamentos pelo simples fato de nos considerarmos justos e coerentes, não por temor e amor à vontade Divina, sem duvida nenhuma, a “massa foi levedada”.
O Chamêts fermento (massa da farinha que azedou) é símbolo de orgulho, ostentação e arrogância, é o que faz levedar toda a massa, ou seja a massa pura é alterada pelo fermento, por isso Yeshua a comparava com a hipocrisia, assim como o fermento altera a massa a hipocrisia altera o homem que por sua vez se acha superior aos outros sem se dar conta de sua “levedura”.
A Matsah pão sem fermento é símbolo de pureza, submissão e humildade, sem alteração, o pão da pobreza acessível a todos, símbolo de liberdade.
Por isso é tempo de limpar não só o fermento de nosso lar mas de fazer uma introspecção e varredura e tirar todo o fermento (hipocrisia) que porventura se achar em nós, e celebrar a festa com os “ázimos da sinceridade e da verdade”.
Chag Sameach!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Doação!

Recebemos no final da semana passada a doação de dez sidurim de um chaver que pediu pra não divulgar seu nome, mas, eu não poderia deixar de expor meus agradecimentos e a bela atitude que teve.
Certamente nossos visitantes não terão mais nenhum problema para acompanhar nossos serviços: Shacharit, Minchah e Arvit.
Baruch HaShem!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Profecia de Daniel cap 2

No ultimo shabat, como já havia postado sobre a parashah, também não poderia deixar de comentar o estudo que tivemos do capitulo dois de Daniel, a estatua de Nabucodonosor, rei de Babilônia , onde fica claro o reinado do Mashiach sobre toda a terra. Falamos dos reinos e da origem dos Bárbaros que representa os dez dedos da estatua. Alem de usar o livro de Daniel usamos livros de outros profetas que fala sobre o reino e ainda a Brit Chadashah, onde fala que o Mashiach regerá com vara de ferro e que durante esse reinado HaSatan estará preso, daí se Diz: o jovem que morrer com cem anos, será tido por jovem, o pecador que não conseguir alcançar cem anos será considerado amaldiçoado. (Isaias 65:20b), pois este teria todo o milênio sem a presença da “má inclinação” para viver em conformidade com a vontade de HaShem (Isaias 2:2-3) sobre o domínio do Mashiach. Foi um ótimo estudo!

segunda-feira, 23 de março de 2009

Vaiachel/Pecudê

A parashah Vaiachel/Pecudê (Êxodo 35:1-40:38) é realmente belíssima, e em nossas congregações temos que ter uma atenção especial, pois se formos classificá-la por etapas como fizemos neste shabat passado, vemos o motivo pelo qual deu tudo certo mesmo depois de quase tudo aparentemente perdido pelo pecado do povo de ter feito o bezerro de ouro, D-us decide ir com o povo após uma linda petição de Moisés.
E vimos alguns itens importantes que resultaram no sucesso da obra de D-us, que ficou explícito Sua satisfação quando Ele encheu com sua glória o Tabernáculo, são eles: Shabat , doação, empenho, organização e submissão.
No inicio da parashah vemos a importância do shabat, para que fique claro, mesmo por uma causa nobre o mandamento deve ser respeitado, e como não poderia ser outro, foi colocado o mandamento do shabat que segundo nossos sábios equivale a todos os mandamentos da Torah. Por tanto esse é o primeiro item para o progresso: Obediência a Torah, santidade!
O segundo item é a Doação pois um povo que não se doa ou tem sempre alguma ressalva em relação a D-us, não pode tê-Lo em seu meio, por isso é necessário que aprendamos a nos doar em função da obra de HaShem.
O terceiro item é o empenho para a obra, pois muitos acreditam que somente a liderança deve se empenhar para garantir de pé o Tabernáculo, se faz necessário aquele cujo coração se move para fazer a obra de Hashem, pois estes Ele dá o espírito de sabedoria para executar a obra exata.
O quarto item é a organização pois executaram a obra exatamente de acordo com a vontade do Eterno.
O quinto item é a submissão pois a beleza deste item é demonstrada na entrega do Tabernáculo a Moisés para que este inspecione a obra. Pois assim como D-us criou a terra para a habitação do homem é nosso dever buscar santidade para que a Shechinah se manifeste em nosso meio.

domingo, 22 de março de 2009

PROGRAMA ESHET CHAYIL


Programa Eshet chayil, todas as quartas-feiras as 20:00, um programa destinado as mulheres, com abordagem de vários assuntos, podendo participar com seus comentários pelo msn, dicas de como preparar as festas e muito mais.

Você Mulher Israelita não deixe de assistir!

www.tvisraelita.com.br

segunda-feira, 16 de março de 2009

Ki Tissah

E Falou o Eterno a Moisés, dizendo: “Quando receberes a soma dos filhos de Israel, conforme o seu número, dará cada um o resgate de sua alma ao Eterno, ao contá-los, e não haverá neles mortandade ao contá-los. Isto dará cada um que passa para o número dos que são contados: metade de um siclo segundo o siclo da santidade... (Êxodo 30:11-13)”.
Vimos nesta parashá que a obra de HaShem nunca vai parar, ainda que tenha algumas intervenções, sempre existirá aquele disposto a fazer o “Mishican”, os quais, D-us coloca espírito de sabedoria (Êxodo 31:1-11), enquanto que pra alguns D-us dá espírito de sabedoria, vemos outros se perderem dentro de um mesmo povo.
Aprendemos: sempre haverá os pacientes, ainda que não vejam o “Mishican” pronto, sabe que isso irá acontecer e com sabedoria espera em HaShem seu líder Moisés que trará a Torah, pois se assim não fora, todo o processo de libertação e salvação devem ser desconsiderado, pois aqueles que não souberam esperar, demonstraram impaciência e acabaram sendo enganados por HaSatan, sendo estes goim (segundo comentário da Torah), não se submeteram a esperar Moisés, e querendo ter status de judeu natural acabaram por fazer juntamente com Israel, seu próprio deus e (ou) líder, se perdendo na idolatria com parte do povo de Israel.
Moisés mesmo intercedendo pelo povo e D-us mudando seu pensamento em não destruir todo o povo pelos méritos dos patriarcas, desmanchou o bezerro de ouro e espargiu sobre a água e fez beber os filhos de Israel (Êxodo 32:20), (o mesmo processo de Sotá, A esposa infiel, Números 5:11-31), Moisés também chamou os temente a D-us, e juntou-se a ele os da tribo de Levi (Êxodo 32:26) para eliminar seus irmãos, companheiro e próximo, com tudo, aqueles que serviram no principio encabeçando as ofertas e holocausto (Êxodo 24:5), os primogênitos, foram trocados pelos levitas, por sua infidelidade no pecado do bezerro de ouro (Numero 3:12).
Mesmo sem muita credibilidade com o povo Moisés que era responsável por eles, soube reverter à situação e foi agraciado pela gloria de D-us (Êxodo 33:22), com mais confiança e tranquilidade buscou a Torah para a completa santidade do povo.
Quanto a D-us, diz: “... farei misericórdia quando Eu quiser fazer misericórdia e Me compadecerei quando Eu quiser me compadecer”.
A nós, seremos ou não contados? Com confiança e paciência não faremos “bezerro de ouro”, assim seremos contados.

terça-feira, 10 de março de 2009

A Carta de Rambán Para seu Filho

"Expresse-se sempre com palavras gentis, a cabeça encurvada. Dirija seu olhar para a terra e seu coração em direção aos céus. Abaixe seu olhar perante seu interlocutor e considere todas as pessoas superiores a você: se o outro for mais sábio ou mais rico, respeite-o. Se for pobre e você mais rico ou mais sábio que ele, considere em seu coração que ele pode ser mais justo que você. Se ele peca é por inocência, enquanto suas transgressões são deliberadas.
Em todas suas palavras, atos e pensamentos - em todas as circunstancias - imagine-se estar na presença do Criador, Bendito Seja Ele, e que a presença Dele paire sobre você, pois a gloria do Todo-Poderoso preenche todo o universo. Fale com reverencia e temor, como um servo na presença de seu mestre. Aja com recato e vergonha na presença de outras pessoas: se alguém lhe chama aos gritos, não lhe responda em voz alta, mas gentilmente, num tom baixo, como se estivesse na presença de seu mentor.
Cuide sempre de estudar Torah diligentemente, para que possa cumprir seus mandamentos. Ao deixar o livro, procure no estudo aquilo que possa aplicar imediatamente.
Revise suas atitudes de manhã e à noite e assim viverá todos os seus dias em introspecção.
Afaste os pensamentos mundanos de sua mente quando for rezar. Cuidadosamente prepare seu coração na presença do Criador e purifique seus pensamentos. Pese suas palavras antes de pronuncia-las.
Conduza-se dessa maneira em todas suas empreitadas durante a vida e, com certeza, não pecará. Suas palavras, atos e pensamentos serão corretos. Sua prece será pura e clara, sincera e agradável a D-us, Bendito Seja Ele.
Lei essa carta uma vez por semana, nunca menos. Cumpra-a e ande sempre nos caminhos do Todo-Poderoso, para que tenha sucesso em seus caminh0s e méritos no mundo vindouro, reservado aos justos. Todos os dias que ler essa carta os Céus atenderão suas preces..."
Fonte: Livro Meór HaShabat Fax

sexta-feira, 6 de março de 2009

Purim

Purim é um feriado judaico que comemora a salvação dos judeus persas do plano de Hamã, para exterminá-los, no antigo Império Persa tal como está escrito no livro de Ester, um dos livros da Bíblia. Os judeus estavam exilados na Babilônia desde a destruição do Templo de Salomão pelos babilônios e dispersão do Reino de Judá. A Babilônia, por sua vez, foi conquistada pela Pérsia. A festa de Purim é caracterizada pela recitação pública do Livro de Ester, por duas vezes. Purim é um feriado judaico que comemora a salvação dos judeus persas do plano de Hamã, distribuição de comida e dinheiro aos pobres, presentes e consumo de vinho durante refeição de celebração (Ester 9:22); outros costumes incluem o uso de máscaras, fantasias e é uma comemoração pública.
Purim é celebrado anualmente no 14º dia do Mês hebraico de Adar, o dia seguinte à vitória dos judeus sobre seus inimigos (13 de Adar). Assim como toda festa judaica, Purim tem início ao pôr-do-sol da véspera no calendário secular.
O nome "Purim" vem da palavra hebraica "pur", que significa "sorteio". Este era o método usado por Haman, o primeiro-ministro do Rei Achashverosh da Pérsia, para escolher a data na qual ele pretendia massacrar os judeus do país.
As quatros principais mitsvot do dia são:
1 Ouvir à leitura pública, geralmente na congregação, do livro de Ester de noite e novamente na manhã seguinte (kriat meguilá)
2 Mandar cestas de alimentos para amigos (mishloach manot)
3 Dar caridade aos pobres (matanot le'evionim)
4 Comer uma refeição festiva (seudá)

quinta-feira, 5 de março de 2009

A pureza do azeite e a unção do sacertode

E tu ordenaras aos filhos de Israel que te tragam azeite de oliveira puro batido, para iluminação, para acender a lâmpada contínua. (Êxodo 27:20)
A parashah desta semana inicia-se com esse versículo da Torah que nos deixa claro que antes mesmo da atuação do sacerdote e da ordem de fazer vestes para ele, o azeite que deveria iluminar a tenda da reunião teve preeminência. Mas poderia o azeite ter ficado por ultimo? Essa é uma pergunta muito importante, já que hoje muitos “sacerdotes” (pois assim pensam ser por saberem um pouco de liturgia e ter uma boa fala e quem sabe uma eloquência) nascem a cada dia, antes mesmos de ter o azeite para iluminar a tenda da reunião (congregação) ou para a sua “própria consagração”. E tomarás azeite da unção e o deitarás sobre sua cabeça,e o ungirás (Êxodo 29:7). Não se faz nem necessário dizer NÃO (já dizendo), já que a Torah é muito claro quanto a ordem do azeite.
Estes “sacerdotes estudiosos” da Torah, talvez não tenham parado para pensar no azeite, ou pensam que sua “sabedoria humana” vai criar um azeite capaz de iluminar a congregação, mudando assim a mandado de HaShem.
A estes é sempre bom lembrar, ainda que digam seguir a Torah e fazerem uma liturgia judaica: são realmente “sacerdotes”, mas de si mesmo e não de HaShem, pois fazem exatamente o que pensam e julgam suas próprias causas, suas ofertas e suas orações são somente pra satisfazer um ser chamado “si mesmo” e talvez até tenha azeite e consiga manter acesa a chama dentro de sua própria congregação, não se dando conta de que este azeite é composto, mas, para “si mesmo” o que importa é ter azeite, ainda que composto, mas para o nosso D-us, o D-us de Israel, o azeite tem que ser puro e ter preeminência, assim o sacerdote escolhido por HaShem manterá a chama acesa dentro da “Tenda da Reunião” (congregação) e servirá ali no lugar que “Eu te mostrarei”.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Muitos hoje em dia estão em busca de ser sábio, o que é muito bom, mas como será usada esta sabedoria? Para ajudar seus semelhantes ou tornar-se mais forte e sobressair sobre estes? ou quem sabe com isto conseguir riquezas, que também é muito bom. E como fazer um bom uso dessa riqueza? Ajudar o próximo e respeitá-lo como seu semelhante, ou menosprezá-lo por se sentir superior?
A verdade é que tudo na vida é muito competitivo e em função dessa competitividade a busca pelo saber e força se tornaram meios pelos quais conseguirá riqueza e respeito, não se importando se são realmente sábios e fortes, pois esses não são o objetivo, mas sim riqueza e respeito.
Quem não é sábio não é rico, pois o rico não tem sabedoria para contentar-se com o que tem; E quem não é forte não tem respeito pois os fortes se dominam, respeitam e são respeitados. Segue abaixo um versículo do PIRKÊ AVOT:
A quem se deve chamar SÁBIO? Aquele que aprende com todos os homens, conforme se diz: “de todos os meus mestres recebi ensinamento e os seus testemunhos são minha meditação”. A quem se deve considerar FORTE? Aquele que sabe vencer suas paixões, como se diz na escritura: “melhor é o homem paciente e sofredor do que o valente; e ainda melhor o que domina seu espírito do que o que conquista uma cidade”. A quem se deve considerar RICO? Aquele que se alegra com o que possui, como se lê: “feliz serás quando comeres o produto do trabalho das tuas mãos, e bem será para ti. Feliz serás neste mundo, e bem haverá para ti no outro mundo”. Quem é digno de RESPEITO? Aquele que respeita os seus semelhantes, como se diz: “respeitarei os que me respeitarem, e os que me desprezarem, desprezarei”.


"Aquele que aprende de seu semelhante apenas um capítulo da Torá, uma halachá, um versículo, um dito, até mesmo uma só letra, deve tratá-lo com respeito particular. Pois assim aprendemos que David, rei de Israel que, embora não tenha aprendido de Ahitofel mais do que duas regras de conduta, o chamava de "meu grande e reverenciado mestre".

Identifique-se

Todo aquele cuja ciência excede as suas obras assemelha-se a uma árvore com muitos ramos e poucas raízes; vem o vento e derruba-a. É dele que se diz: 'será como uma árvore solitária, não gozará a chegada do bom tempo, viverá em lugares áridos no deserto, em terra estéril e inóspita". Mas aquele cujas obras excedem sua ciência é como a árvore que tem poucos ramos mas muitas raízes; todos os ventos do mundo abaterão sem conseguir arranca-la do seu lugar, como se lê: "ele será como uma árvore plantada à beira da água, que estende as suas raízes para o ribeiro; não temerá os grandes calores, as suas folhas estarão sempre verdes, não terá medo dos anos estéreis, e não cessará de produzir frutos". Pirkê Avot.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Tevilah: 18/01/2009



A cada dia a palavra do Eterno (bendito seja Ele) tem chegado aos coraçãoes dos sinceros que buscam viver uma vida em comunhão com o seu Criador.

Já faz algum tempo..., mas promessa é Dívida!






Como tinha prometido à nossa chaverah de Angra, Ruth (direita), que colocaria a foto de sua tevilah em nosso blog, estai, juntamente com a nossa querida chaverah Hadassah de Juiz de Fora. Shalom!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Vaieshev (E habitou)

A parashá Vaieshev descreve inicialmente a afeição de Yaakov por seu filho Yossef (José) o que leva ao ciúme dos outros irmãos. Este ódio aumenta com os sonhos de Yossef que se vê como senhor de seus irmãos. Seus irmãos preparam uma artimanha e vendem seu irmão como escravo no Egito, e enganam seu pai dizendo que Yossef havia sido destroçado por um animal.
No Egito Yossef torna-se um empregado valoroso na casa de Potifar, mas recebe uma falsa acusação de tentativa de assédio sexual por parte da esposa de Potifar. Yossef é preso onde acaba tornando-se encarregado dos prisioneiros. Após dez anos ao interpretar o sonho de dois serviçais de faraó, os eventos posteriores confirmam a interpretação dada por Yossef.

Vaishlach (E enviou)

A parashá Vaishlach prossegue o relato da história de Yaakov ao retornar com sua família para a terra de Canaã e seu encontro com Esav. Yaacov julga que Esav pretende batalhar contra ele, e prepara-se para a batalha. Antes de encontrar-se com seu irmão luta contra um anjo disfarçado de homem do qual sai vitorioso embora manco. Do anjo Yaakov recebe o nome de Yisrael (Israel) que será o nome pela qual seus descendentes seriam chamados.
Yaakov encontra por fim Esav que o aceita em paz embora ambos se separem. A narrativa prossegue com o rapto da filha de Yaakov, Diná e seu consequente estupro por parte de Sechem, príncipe da cidade de Sechem (Siquém). Os filhos de Yaacov enganam os habitantes da cidade, obrigando-os à circuncidarem-se sob o pretexto da aceitação de casamentos mistos e por fim Shimon e Levi matam os habitantes da cidade resgatando Diná. Rachel morre em seguida ao dar a luz ao décimo-segundo filho de Yaakov e este retorna para a casa de seu pai. Yitzhak morre com a idade de 180 anos e a porção prossegue com a descrição da genealogia de Esav que seria o ancestral dos habitantes de Edom.
Yaakov deixa claro que pra manter firme o legado de Abrahão é preciso lutar sempre, não só fisica, mas tambem espiritual.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Vayetsê (E partiu)

Yaacov foge para as terras de seu tio Lavan (Labão) e no caminho recebe uma visão de D-us (uma escada estava na terra e o topo chegava ao céus) e um pacto com a sua descendência. Ao chegar à família de seu tio apaixona-se por sua prima Rachel (Raquel). Para casar com ela é obrigado à trabalhar sete anos. Ao casar-se, é enganado por seu tio e acaba desposando a irmã mais velha de Rachel, Lea. Para se casar com Rachel Yaakov trabalha mais sete anos. Destas duas mulheres mais suas concubinas, Yaakov gera onze dos doze filhos que serão os patriarcas das Doze tribos de Israel. Após vinte anos trabalhando e sendo enganado por Lavan, Yaakov e sua família fogem de Lavan , que os persegue mas por fim faz um pacto de paz com eles.
Yaacov representou muito bem como deve ser o homem que servem a D-us, mesmo estando em meio ao gentios (povos) se portou como um verdadeiro servo e a exemplo da escada um homem com os pés no chão e a cabeça nós céus.

Toledot (Gerações)

A parashá Toledot narra a história de Yitzhak (Issac)e Rivka (Rebeca), e de seus filhos gêmeos, Esav (Esauh) e Yaacov (Jacoh). Os dois irmãos competem pela atenção do pai, onde Esav é um caçador, enquanto Yaacov é um rapaz caseiro e estudioso da Torah. Essav mostrado como um libertino e frívolo, vende seu direito de primogenitura para Yaacov. Este ainda passa-se pelo irmão e enganando ao pai recebe as bençãos de seu pai, o que despertando a ira de Esav faz com que Yaacov fuja para Charan junto ao seu tio Lavan. Mas antes de sua fuga, seu pai (Yitzhak) da a sua verdadeira e meritótia benção a benção do legado de Abrahão.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Chaiê Sarah (Vida de Sarah)

E foi a vida de Sarah cento e vinte e sete anos; anos de vida de Sarah (Gêneses 23:1)
A palavra Sarah no hebraico quer dizer "princesa" ou mandatária. Seu nome no original era Sarai, que foi modificado quando Abrão foi mudado para Abraham, quando foi estabelecida a circuncisão como sinal do Pacto.
Sarah sem dúvida nenhuma é um exemplo de mulher virtuosa para todos as mulheres judias e um exemplo de pessoas para todos nós com suas atitudes, firmeza (Gêneses 21:9-12) e submissão.
Todos os acontecimentos de nossa vida, bons ou ruins podem ser avaliados, como positivo ou negativos; Os sábios dizem que Sarah mesmo com os eventos que poderiam considerá-los ruins, ela tinha consciência que vinham de D-us e, portanto, era capaz de avaliá-los como positivo.
A felicidade ou o contentamento de vida de uma pessoa não depende de situações externas, há pessoas que parecem correr tudo bem em sua vida, mas basta uma pequena frustração, é visto como uma tragédia, e a vida passa a ser encarada de uma forma negativa.
O entendimento que devemos ter, e, que a Torah quer nós mostrar e que cada situação na vida é uma oportunidade de crescermos e aperfeiçoar nosso carácter, e nós apegarmos mais a Ele (D-us).
Que possamos buscar esse nível de consciência que tinha Sarah para chegar ao final de nossa vida tendo a certeza que deixamos alguma herança aos nossos descendentes, uma herança que ninguém já mais poderá tirar deles: exemplo, exemplo e exemplo. O Exemplo de hoje é capas de fazer melhor as gerações futuras. Shalom!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Vaierá (E Ele mostrou-se)

E apareceu o Eterno junto a Eloné [Planície de] Mamré, e Abraham estava sentado à porta da tenda... Bereshit (Gêneses) 18:1.
O Eterno sempre se revela aos seus servos, ou se faz revelar para aqueles que estão dispostos a servi-lo verdadeiramente, deixando pra traz todos os costumes das nações.
Após Abraham ter demonstrado muita hospitalidade e cortesia, oferecendo-lhes um banquete, que por sinal é digno de nota, e aprendemos com nosso patriarca, disse um deles: "no prazo determinado Sara terá um filho." Sara já tinha cessado os costumes das mulheres e Abraham já era velho (Gêneses 18:11. vs 14 Existe oculto de D-us alguma coisa?). Como não existe nada que D-us não saiba, o milagre aconteceria, e seria dessa futura nação que D-us passaria a se revelar para a humanidade, ou seja, todos os acontecimentos futuros D-us revelariam aos seus servos (Gêneses 18:17-19 E o Eterno disse: “Esconderei de Abraham o que farei? Pois Abraham virá a ser uma grande e poderosa nação e serão benditas por meio dele todas as nações da terra. Porque o conheci, e sei que ordenará a seus filhos e à sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Eterno, para fazer...” Amos 3:7 Pois nada fará o Eterno sem o revelar a Seus servos, os profetas. BH).
Pois assim como nesta parashah, D-us revelou a Abraham o que aconteceria com Sodoma e Gomorra, Ele (D-us) também revelou aos seus servos os profetas o que a de acontecer no futuro e nada nem ninguém pode dar outra profecia diferente do que já foi anunciado, embora alguns se intitulam servos de D-us falando profecias que jamais ira se cumprir, deixando de lado a verdadeira promessa de HaShem não se dispondo a mudar e obedecerem os mandamentos de D-us, para que no dia do Eterno (Zacarias 14:1) possam ser beneficiados como Lot que pela infinita misericórdia de HaShem foi tirado a tempo da destruição, sem nos esquecer dos pedidos de Abraham, que pediu a D-us, não destruir o justo com o ímpio. Assim também na da vinda de nosso Mashiach (Messias) pela infinita misericórdia de D-us, Ele (D-us) também nos trará o livramento; Livramento que D-us também proveu a Isaac (E disse Abraham: D-us proverá para Si um cordeiro... Gêneses 22:8), olhando Abraham viu um carneiro que estava embaraçado em uma árvore, foi quando Abraham o tomou e ofereceu ao Eterno em lugar de seu Filho.
Hoje em dia muito se fala em Messias, e querem receber a salvação a todo custo, mesmo sem obedecer a Torah que é conhecida também como Árvore da Vida (ao longo dos tempos foi a Torah que manteve viva fé e a não judaica), pensando que será salvo por um Messias transgressor da Torah que não foi obediente aos mandamentos de D-us, tirando do Messias a condição de obediente a D-us e colocando-o como D-us e pior sem Torah e direcionamento para o povo. E é exatamente e que não pode acontecer, é ver a Torah sem o Messias e o Messias sem a Torah, ambos de fazer parte do livramento dos que obedecem ao Eterno.
Quando olhar para a Árvore da Vida (Torah) que possamos ver nela o Messias, e ao vermos a Salvação de D-us (Messias) que possamos ver a Árvore da Vida (Torah).
Para a salvação de Isaac foi necessario a árvore e o Carneiro, poi foi na árvore que o carneiro estava.
Aguardamos o Reinado do Mashiach, um reinado de justiça, onde viveremos intensamente a Vontade de HaShem: Torah

Lech Lechá (Vá por ti)

E disse o e Eterno a Abrão: “Anda de tua terra e da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que te mostrarei”.
Este é o primeiro versículo desta parashah, sem nenhum comentário anterior D-us disse a Abrão sai da tua terra e da tua parentela...
Vemos neste inicio, o homem que realmente quer servir a D-us deve estar disposto a abandonar a sua vã maneira de viver incluindo se necessário for como no caso de Abrão deixar sua parentela, que tinha possivelmente uma vã maneira de viver e que não condiria com a maneira que D-us tinha para ele, que tempo depois passaria a se chamar Abrahão, que deixando a condição de gentil, começaria nele uma grande nação sacerdotal (Israel) de onde descende o nosso Mashiach.
Quantas pessoas hoje se acham descendentes de Abrahão na fé e herdeiros das promessas, mas, não tem coragem de abandonar sua vã maneira de viver e passar a mostrar que tem fé pela suas obras, assim como fez Abrahão; Para ser obediente a Torah (mandamentos de D-us) devemos realmente ter muita fé, pois é estar na contra mão do mundo e ser amigo de D-us; assim foi chamado Abrahão: amigo de D-us, pois um amigo não fará nada que desagrade o outro, pois o conhece; Abrahão não desagradou a D-us e mesmo antes da entrega da Torah em tudo foi obediente, pois conheceu a Torah através do Caráter Divino (como diz o texto da Torah: Bereshit (Gêneses) 26:5 “Porque escutou Abrahão a minha voz, e guardou minha sentença, meus mandamentos, meus estatutos e minhas leis).
O grande diferencial na vida de uma pessoa é ter conhecimento de D-us, e passamos a conhecer a D-us (O Caráter Divino) através da Torah.
A obediência a D-us fez de Abrahão o pai de nossa fé, a fé monoteísta, a crença no Único (Echad) D-us verdadeiro.
A momentos de nossa vida que não tem quem vá por nós, nem mesmo HaShem pode decidir por nós, ai então: LECH LECHÁ (Vá por ti)

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Cheshvan

Cheshvan (hebraico: חֶשְׁוָן, Padrão Ḥešvan), abreviação de Marcheshvan (hebraico: מַרְחֶשְׁוָן, Padrão Marḥešvan; do acádio waraḫsamnu, literalmente "oitavo mês") é o segundo mês do ano civil e o oitavo mês do ano eclesiástico do calendário hebraico. Na Bíblia é chamado de Bul (1Reis 6:38). É um mês de outono de 29 dias, exceto em anos "completos", no qual tem 30 dias. Cheshvan geralmente cai em Outubro-Novembro no calendário gregoriano.
Nos tempos modernos, este mês tornou-se conhecido como Mar Cheshvan ou Cheshvan, o que parece ter origem no momento em que os judeus voltaram a Israel após o Exílio babilônico. O prefixo Mar (que significa amargo) é uma referência para este mês sem festas ou alegria, mas com muito sofrimento para os judeus ao longo dos tempos.
CHESVAN tambem é conhecido como mês da mabul - do Dilúvio. Isso porque as chuvas, no relato de Noé, começam em cheshvan e terminam em cheshvan do ano seguinte. É o único mês sem nenhuma celebração ou evento no calendário e diz-se estar reservado para a inauguração do Terceiro Templo em dias messiânicos.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

NÔACH (NOÉ)

Noé foi um homem justo, perfeito nas suas gerações; com D-us andou Noé. Génesis 6:9
Como diz o texto da Torah Noé era um homem justo; devido sua justiça D-us o salvou e com ele sua família. Infelizmente muito mais pessoas naquela época poderiam ter sido salvas mas, não atentaram para o justo Noé, pois era ele quem fazia o meio pelo qual muitos poderiam ter sido salvos.
Segundo O Midrash conta que Noé trabalhou na construção da arca durante 120 anos. Durante todos esses anos, as pessoas perguntava o que fazia e ele respondia que um dilúvio estava por vir, na esperança que se arrependessem de seus atos malévolo e voltassem a trilhar o caminho do bem.
D-us em todos as épocas sempre “buscou” um justo que O representasse e que pessoas fossem beneficiadas por suas justiça: Busquei entre eles um homem que levantasse um muro, e se pusesse na brecha perante Mim por esta terra, para que eu não destruísse mas, ninguém achei. Ezequiel 22:30
Podemos nos sentir beneficiado pelos atos de justiça de Noé? Podemos atribuir a ele continuação da humanidade?
Noé em sua época foi um homem que se colocou na brecha entre D-us e a humanidade e por isso hoje podemos dizer que um único homem justo, correto e íntegro daquela geração conseguiu salvar a humanidade inteira da ruína completa. Outros porem atribui a ele a responsabilidade da destruição do povo de sua época, alegam que, se tivesse suplicado a D-us, Ele teria anulado o decreto. Assim como no caso de Noé a divergência, com Yeshua Hamashiach não é diferente.
Ao contrário do que muitos pensam, podemos nos valer da justiça de um justo sim! Através de Adão herdamos a morte, e a terra foi amaldiçoada Génesis 3:17 se podemos herdar a punição devido aos erros de um homem, obviamente posso ser beneficiado pelo acerto de outro.
Entendemos que somos beneficiados pelos méritos de Yeshua, e seus méritos são validos, pois foi justo até a morte (Ele não cometeu pecado, nem na sua boca não se achou engano. 1Pedro 2:22), a prova de seus méritos (merecimento, superioridade) é a ressurreição (Assim disse o Eterno a meu rei: ‘Assenta-te à Minha direita, enquanto de teus inimigos faço um descanso para teus pés’ Salmos 110:1 BH).
Não deixamos de ser israelita e não nos sentimos nem um pouco cristão por nos valer dos méritos de Yeshua, isso sempre fez parte do povo judeu (se valer dos méritos de um justo) não iríamos mudar agora.
Sejamos sempre observantes da Torah (lei Divina), pois só assim fazemos valer a justiça do Justo (Yeshua), ao contrario, não a justiça que favoreça um transgressor.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Bereshit (No Princípio)

No princípio criou D-us o céus e a terra... a parashah dessa semana relata a criação de todos as coisas e todo o poderio do Criador.
D-us durante a criação, vendo a perfeição de sua obra, já havendo criado a luz separado às águas debaixo do céus e entre as águas de cima dos céus; juntou as águas em um só lugar e chamou: mares e a parte seca: terra,... viu D-us que era bom. e a terra produziu ervagem; erva que dá semente de sua espécie, árvores de frutos segundo sua espécie, etc... e viu D-us que era bom assim foi no terceiro dia.
...D-us fez os dois grandes luzeiros (sol e lua) e também as estrelas. ...; e viu D-us que era bom e assim foi o quarto dia.
E disse D-us: "produzam as águas réptil de alma viva e ave que voe sobre a terra, ... e criou D-us os grandes peixes e toda a alma viva que se arrasta, que as águas produzem segundo a sua espécie, e toda ave segundo sua espécie... E viu D-us que era bom; e assim foi o quinto dia.
E disse D-us: "produza a terra alma viva segundo sua espécie... animal da terra segundo sua espécie." E viu D-us que era bom.
Tudo estava pronto para o ponto auge da criação, era o momento de criar um ser a sua imagem, segundo sua semelhança (de D-us). Até o momento de criar o homem, viu D-us: que era bom. Como um pai que anseia pelo nascimento de seu filho, e prepara tudo o que é necessário para a sobrevivência dele (filho); Assim D-us fez antes de criar o homem.
Foi quando D-us disse: "façamos o homem à nossa imagem e a nossa semelhança; ..."
Agora estava tudo perfeito, e viu D-us que era MUITO bom, e abençoou D-us ao dia sétimo dia, e santificou-o, porque nele cessou toda sua obra, ...
Vemos nessa parashah que a terra é o habitat natural do homem: Os céus são os céus do SENHOR; mas a terra a deu aos filhos dos homens salmos 115:16; não faz sentido o homem desejar uma morada no céus que é de D-us, e também desprezar tudo de bom que D-us fez para a humanidade. Entendemos que hoje não está mais nem de longe aquela perfeição da criação, devido ter entrado o pecado no mundo; Quem deseja uma mora no céu esta fora do que D-us criou para ele, é entender que o inimigo venceu ao fazer o homem pecar e que tudo o que D-us fez não é bom; deixam também de lado o dia de descanso o Shabat (sábado), que ao contrário do que o mundo pensa, não foi dado somente no tempo de Moisés, o shabat foi dado na criação para toda a humanidade. Por isso ansiamos a chegada de nosso Mashiach para dar recompensa aos santos e destruíres os que destroem a terra (Ap 11:18), começando então: o reino milenar messiânico (Yamim Mashiach) e a restauração da terra.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Simchah Torah: Alegria da Torah

Simchá Torá (também Simchah Torá, hebraico: שמחת תורה, iluminado. ", Com alegria / da Torá,") é uma celebração que marca a conclusão do ciclo anual da leitura pública da Torá, e o início de um novo ciclo. Simchá Torah é um componente da bíblia judaica feriado de Shemini Atzeret ( "Oitavo Dia de Assembléia"), que segue imediatamente após a festa de Sucot no mês de Tishrei (meados de setembro ao início de outubro sobre o calendário gregoriano).
A principal festa da Simchah Torá tem lugar na sinagoga durante a noite e manhã de serviços. Esta é a única altura do ano em que a Torah scrolls são retirados da Arca e ler à noite, em muitas congregações ortodoxos e conservadores. Pela manhã, o última parashah de Deuteronômio e da primeira parashah de Gênesis são lidos na sinagoga. Em todas as ocasiões, quando a Arca é aberto, todos os fiéis deixam os seus lugares para dançar e cantar com todas as Torot em uma festa alegre que muitas vezes dura várias horas.
A manhã de serviço também é caracterizado pela convocação de todos os membros (homem) da congregação para uma aliyah, bem como uma especial aliyah para todas as crianças no atendimento.

Shemini Atseret: Oitavo Dia da Assembleia

Shemini Atseret é um feriado judeu comemorado no 22 º dia do mês hebraico de Tishrei. Na diáspora um dia adicional é célebre, o segundo dia separadamente sendo referido como Simchá Torá. [1] Em Israel e Reforma judaísmo os feriados de Shemini Atzeret e Simchá Torá são combinadas em um único dia, e os nomes são utilizados alternadamente.
Shemini Atseret é erroneamente referidos como o oitavo dia do festival de
Sucot, que ocupa os sete dias anteriores. De fato, Shemini Atseret é um feriado em si própria. Não há nenhuma utilização do Sukkah em Israel sobre Shemini Atseret, e os lulav e etrog não são acenados, embora alguns se sentar na diáspora no sukkah sobre Shemini Atseret. [2] No entanto, um dos pseudónimos Sucot's litúrgico זמן שמחתנו, "Tempo Felicidade dos Nossos "continua a ser usado para descrever Shemini Atzeret em orações.
Além disso, o Talmud, Rosh Hashaná dissertação 4b menciona que Shemini Atseret separar-se de um feriado em si própria no que diz respeito aos seis específico halakhic questões, mas é considerado o oitavo dia de uma viagem de oito dias em relação ao sétimo. Existe uma disputa entre os comentários sobre o que são essas seis questões.
Desde o Sukkah (e, por extensão, climáticas agradáveis) já não é necessário, os judeus começam a pedir chuva durante a Geshem oração, que é recitado em um distintivo lamentoso melodia do cantor durante a repetição do Musaf Amidah. Em algumas sinagogas o cantor é revestido em uma Kittel, um símbolo de piedade, devido à vitalidade de um juízo positivo de chuva.
Uma breve menção de chuva continua a ser inserido na Amidah até o Pessach

SEJA BEM VINDO!