O Sentido da Vida:

O SENTIDO DA VIDA: Antes da queda do homem no jardim do Éden o sentido da vida era viver o presente com o Criador.
Hoje o sentido da vida é fazer Teshuvah para garantir o futuro com Ele. (Rosh Yehudah)

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Chaiê Sarah (Vida de Sarah)

E foi a vida de Sarah cento e vinte e sete anos; anos de vida de Sarah (Gêneses 23:1)
A palavra Sarah no hebraico quer dizer "princesa" ou mandatária. Seu nome no original era Sarai, que foi modificado quando Abrão foi mudado para Abraham, quando foi estabelecida a circuncisão como sinal do Pacto.
Sarah sem dúvida nenhuma é um exemplo de mulher virtuosa para todos as mulheres judias e um exemplo de pessoas para todos nós com suas atitudes, firmeza (Gêneses 21:9-12) e submissão.
Todos os acontecimentos de nossa vida, bons ou ruins podem ser avaliados, como positivo ou negativos; Os sábios dizem que Sarah mesmo com os eventos que poderiam considerá-los ruins, ela tinha consciência que vinham de D-us e, portanto, era capaz de avaliá-los como positivo.
A felicidade ou o contentamento de vida de uma pessoa não depende de situações externas, há pessoas que parecem correr tudo bem em sua vida, mas basta uma pequena frustração, é visto como uma tragédia, e a vida passa a ser encarada de uma forma negativa.
O entendimento que devemos ter, e, que a Torah quer nós mostrar e que cada situação na vida é uma oportunidade de crescermos e aperfeiçoar nosso carácter, e nós apegarmos mais a Ele (D-us).
Que possamos buscar esse nível de consciência que tinha Sarah para chegar ao final de nossa vida tendo a certeza que deixamos alguma herança aos nossos descendentes, uma herança que ninguém já mais poderá tirar deles: exemplo, exemplo e exemplo. O Exemplo de hoje é capas de fazer melhor as gerações futuras. Shalom!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Vaierá (E Ele mostrou-se)

E apareceu o Eterno junto a Eloné [Planície de] Mamré, e Abraham estava sentado à porta da tenda... Bereshit (Gêneses) 18:1.
O Eterno sempre se revela aos seus servos, ou se faz revelar para aqueles que estão dispostos a servi-lo verdadeiramente, deixando pra traz todos os costumes das nações.
Após Abraham ter demonstrado muita hospitalidade e cortesia, oferecendo-lhes um banquete, que por sinal é digno de nota, e aprendemos com nosso patriarca, disse um deles: "no prazo determinado Sara terá um filho." Sara já tinha cessado os costumes das mulheres e Abraham já era velho (Gêneses 18:11. vs 14 Existe oculto de D-us alguma coisa?). Como não existe nada que D-us não saiba, o milagre aconteceria, e seria dessa futura nação que D-us passaria a se revelar para a humanidade, ou seja, todos os acontecimentos futuros D-us revelariam aos seus servos (Gêneses 18:17-19 E o Eterno disse: “Esconderei de Abraham o que farei? Pois Abraham virá a ser uma grande e poderosa nação e serão benditas por meio dele todas as nações da terra. Porque o conheci, e sei que ordenará a seus filhos e à sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Eterno, para fazer...” Amos 3:7 Pois nada fará o Eterno sem o revelar a Seus servos, os profetas. BH).
Pois assim como nesta parashah, D-us revelou a Abraham o que aconteceria com Sodoma e Gomorra, Ele (D-us) também revelou aos seus servos os profetas o que a de acontecer no futuro e nada nem ninguém pode dar outra profecia diferente do que já foi anunciado, embora alguns se intitulam servos de D-us falando profecias que jamais ira se cumprir, deixando de lado a verdadeira promessa de HaShem não se dispondo a mudar e obedecerem os mandamentos de D-us, para que no dia do Eterno (Zacarias 14:1) possam ser beneficiados como Lot que pela infinita misericórdia de HaShem foi tirado a tempo da destruição, sem nos esquecer dos pedidos de Abraham, que pediu a D-us, não destruir o justo com o ímpio. Assim também na da vinda de nosso Mashiach (Messias) pela infinita misericórdia de D-us, Ele (D-us) também nos trará o livramento; Livramento que D-us também proveu a Isaac (E disse Abraham: D-us proverá para Si um cordeiro... Gêneses 22:8), olhando Abraham viu um carneiro que estava embaraçado em uma árvore, foi quando Abraham o tomou e ofereceu ao Eterno em lugar de seu Filho.
Hoje em dia muito se fala em Messias, e querem receber a salvação a todo custo, mesmo sem obedecer a Torah que é conhecida também como Árvore da Vida (ao longo dos tempos foi a Torah que manteve viva fé e a não judaica), pensando que será salvo por um Messias transgressor da Torah que não foi obediente aos mandamentos de D-us, tirando do Messias a condição de obediente a D-us e colocando-o como D-us e pior sem Torah e direcionamento para o povo. E é exatamente e que não pode acontecer, é ver a Torah sem o Messias e o Messias sem a Torah, ambos de fazer parte do livramento dos que obedecem ao Eterno.
Quando olhar para a Árvore da Vida (Torah) que possamos ver nela o Messias, e ao vermos a Salvação de D-us (Messias) que possamos ver a Árvore da Vida (Torah).
Para a salvação de Isaac foi necessario a árvore e o Carneiro, poi foi na árvore que o carneiro estava.
Aguardamos o Reinado do Mashiach, um reinado de justiça, onde viveremos intensamente a Vontade de HaShem: Torah

Lech Lechá (Vá por ti)

E disse o e Eterno a Abrão: “Anda de tua terra e da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que te mostrarei”.
Este é o primeiro versículo desta parashah, sem nenhum comentário anterior D-us disse a Abrão sai da tua terra e da tua parentela...
Vemos neste inicio, o homem que realmente quer servir a D-us deve estar disposto a abandonar a sua vã maneira de viver incluindo se necessário for como no caso de Abrão deixar sua parentela, que tinha possivelmente uma vã maneira de viver e que não condiria com a maneira que D-us tinha para ele, que tempo depois passaria a se chamar Abrahão, que deixando a condição de gentil, começaria nele uma grande nação sacerdotal (Israel) de onde descende o nosso Mashiach.
Quantas pessoas hoje se acham descendentes de Abrahão na fé e herdeiros das promessas, mas, não tem coragem de abandonar sua vã maneira de viver e passar a mostrar que tem fé pela suas obras, assim como fez Abrahão; Para ser obediente a Torah (mandamentos de D-us) devemos realmente ter muita fé, pois é estar na contra mão do mundo e ser amigo de D-us; assim foi chamado Abrahão: amigo de D-us, pois um amigo não fará nada que desagrade o outro, pois o conhece; Abrahão não desagradou a D-us e mesmo antes da entrega da Torah em tudo foi obediente, pois conheceu a Torah através do Caráter Divino (como diz o texto da Torah: Bereshit (Gêneses) 26:5 “Porque escutou Abrahão a minha voz, e guardou minha sentença, meus mandamentos, meus estatutos e minhas leis).
O grande diferencial na vida de uma pessoa é ter conhecimento de D-us, e passamos a conhecer a D-us (O Caráter Divino) através da Torah.
A obediência a D-us fez de Abrahão o pai de nossa fé, a fé monoteísta, a crença no Único (Echad) D-us verdadeiro.
A momentos de nossa vida que não tem quem vá por nós, nem mesmo HaShem pode decidir por nós, ai então: LECH LECHÁ (Vá por ti)

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Cheshvan

Cheshvan (hebraico: חֶשְׁוָן, Padrão Ḥešvan), abreviação de Marcheshvan (hebraico: מַרְחֶשְׁוָן, Padrão Marḥešvan; do acádio waraḫsamnu, literalmente "oitavo mês") é o segundo mês do ano civil e o oitavo mês do ano eclesiástico do calendário hebraico. Na Bíblia é chamado de Bul (1Reis 6:38). É um mês de outono de 29 dias, exceto em anos "completos", no qual tem 30 dias. Cheshvan geralmente cai em Outubro-Novembro no calendário gregoriano.
Nos tempos modernos, este mês tornou-se conhecido como Mar Cheshvan ou Cheshvan, o que parece ter origem no momento em que os judeus voltaram a Israel após o Exílio babilônico. O prefixo Mar (que significa amargo) é uma referência para este mês sem festas ou alegria, mas com muito sofrimento para os judeus ao longo dos tempos.
CHESVAN tambem é conhecido como mês da mabul - do Dilúvio. Isso porque as chuvas, no relato de Noé, começam em cheshvan e terminam em cheshvan do ano seguinte. É o único mês sem nenhuma celebração ou evento no calendário e diz-se estar reservado para a inauguração do Terceiro Templo em dias messiânicos.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

NÔACH (NOÉ)

Noé foi um homem justo, perfeito nas suas gerações; com D-us andou Noé. Génesis 6:9
Como diz o texto da Torah Noé era um homem justo; devido sua justiça D-us o salvou e com ele sua família. Infelizmente muito mais pessoas naquela época poderiam ter sido salvas mas, não atentaram para o justo Noé, pois era ele quem fazia o meio pelo qual muitos poderiam ter sido salvos.
Segundo O Midrash conta que Noé trabalhou na construção da arca durante 120 anos. Durante todos esses anos, as pessoas perguntava o que fazia e ele respondia que um dilúvio estava por vir, na esperança que se arrependessem de seus atos malévolo e voltassem a trilhar o caminho do bem.
D-us em todos as épocas sempre “buscou” um justo que O representasse e que pessoas fossem beneficiadas por suas justiça: Busquei entre eles um homem que levantasse um muro, e se pusesse na brecha perante Mim por esta terra, para que eu não destruísse mas, ninguém achei. Ezequiel 22:30
Podemos nos sentir beneficiado pelos atos de justiça de Noé? Podemos atribuir a ele continuação da humanidade?
Noé em sua época foi um homem que se colocou na brecha entre D-us e a humanidade e por isso hoje podemos dizer que um único homem justo, correto e íntegro daquela geração conseguiu salvar a humanidade inteira da ruína completa. Outros porem atribui a ele a responsabilidade da destruição do povo de sua época, alegam que, se tivesse suplicado a D-us, Ele teria anulado o decreto. Assim como no caso de Noé a divergência, com Yeshua Hamashiach não é diferente.
Ao contrário do que muitos pensam, podemos nos valer da justiça de um justo sim! Através de Adão herdamos a morte, e a terra foi amaldiçoada Génesis 3:17 se podemos herdar a punição devido aos erros de um homem, obviamente posso ser beneficiado pelo acerto de outro.
Entendemos que somos beneficiados pelos méritos de Yeshua, e seus méritos são validos, pois foi justo até a morte (Ele não cometeu pecado, nem na sua boca não se achou engano. 1Pedro 2:22), a prova de seus méritos (merecimento, superioridade) é a ressurreição (Assim disse o Eterno a meu rei: ‘Assenta-te à Minha direita, enquanto de teus inimigos faço um descanso para teus pés’ Salmos 110:1 BH).
Não deixamos de ser israelita e não nos sentimos nem um pouco cristão por nos valer dos méritos de Yeshua, isso sempre fez parte do povo judeu (se valer dos méritos de um justo) não iríamos mudar agora.
Sejamos sempre observantes da Torah (lei Divina), pois só assim fazemos valer a justiça do Justo (Yeshua), ao contrario, não a justiça que favoreça um transgressor.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Bereshit (No Princípio)

No princípio criou D-us o céus e a terra... a parashah dessa semana relata a criação de todos as coisas e todo o poderio do Criador.
D-us durante a criação, vendo a perfeição de sua obra, já havendo criado a luz separado às águas debaixo do céus e entre as águas de cima dos céus; juntou as águas em um só lugar e chamou: mares e a parte seca: terra,... viu D-us que era bom. e a terra produziu ervagem; erva que dá semente de sua espécie, árvores de frutos segundo sua espécie, etc... e viu D-us que era bom assim foi no terceiro dia.
...D-us fez os dois grandes luzeiros (sol e lua) e também as estrelas. ...; e viu D-us que era bom e assim foi o quarto dia.
E disse D-us: "produzam as águas réptil de alma viva e ave que voe sobre a terra, ... e criou D-us os grandes peixes e toda a alma viva que se arrasta, que as águas produzem segundo a sua espécie, e toda ave segundo sua espécie... E viu D-us que era bom; e assim foi o quinto dia.
E disse D-us: "produza a terra alma viva segundo sua espécie... animal da terra segundo sua espécie." E viu D-us que era bom.
Tudo estava pronto para o ponto auge da criação, era o momento de criar um ser a sua imagem, segundo sua semelhança (de D-us). Até o momento de criar o homem, viu D-us: que era bom. Como um pai que anseia pelo nascimento de seu filho, e prepara tudo o que é necessário para a sobrevivência dele (filho); Assim D-us fez antes de criar o homem.
Foi quando D-us disse: "façamos o homem à nossa imagem e a nossa semelhança; ..."
Agora estava tudo perfeito, e viu D-us que era MUITO bom, e abençoou D-us ao dia sétimo dia, e santificou-o, porque nele cessou toda sua obra, ...
Vemos nessa parashah que a terra é o habitat natural do homem: Os céus são os céus do SENHOR; mas a terra a deu aos filhos dos homens salmos 115:16; não faz sentido o homem desejar uma morada no céus que é de D-us, e também desprezar tudo de bom que D-us fez para a humanidade. Entendemos que hoje não está mais nem de longe aquela perfeição da criação, devido ter entrado o pecado no mundo; Quem deseja uma mora no céu esta fora do que D-us criou para ele, é entender que o inimigo venceu ao fazer o homem pecar e que tudo o que D-us fez não é bom; deixam também de lado o dia de descanso o Shabat (sábado), que ao contrário do que o mundo pensa, não foi dado somente no tempo de Moisés, o shabat foi dado na criação para toda a humanidade. Por isso ansiamos a chegada de nosso Mashiach para dar recompensa aos santos e destruíres os que destroem a terra (Ap 11:18), começando então: o reino milenar messiânico (Yamim Mashiach) e a restauração da terra.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Simchah Torah: Alegria da Torah

Simchá Torá (também Simchah Torá, hebraico: שמחת תורה, iluminado. ", Com alegria / da Torá,") é uma celebração que marca a conclusão do ciclo anual da leitura pública da Torá, e o início de um novo ciclo. Simchá Torah é um componente da bíblia judaica feriado de Shemini Atzeret ( "Oitavo Dia de Assembléia"), que segue imediatamente após a festa de Sucot no mês de Tishrei (meados de setembro ao início de outubro sobre o calendário gregoriano).
A principal festa da Simchah Torá tem lugar na sinagoga durante a noite e manhã de serviços. Esta é a única altura do ano em que a Torah scrolls são retirados da Arca e ler à noite, em muitas congregações ortodoxos e conservadores. Pela manhã, o última parashah de Deuteronômio e da primeira parashah de Gênesis são lidos na sinagoga. Em todas as ocasiões, quando a Arca é aberto, todos os fiéis deixam os seus lugares para dançar e cantar com todas as Torot em uma festa alegre que muitas vezes dura várias horas.
A manhã de serviço também é caracterizado pela convocação de todos os membros (homem) da congregação para uma aliyah, bem como uma especial aliyah para todas as crianças no atendimento.

Shemini Atseret: Oitavo Dia da Assembleia

Shemini Atseret é um feriado judeu comemorado no 22 º dia do mês hebraico de Tishrei. Na diáspora um dia adicional é célebre, o segundo dia separadamente sendo referido como Simchá Torá. [1] Em Israel e Reforma judaísmo os feriados de Shemini Atzeret e Simchá Torá são combinadas em um único dia, e os nomes são utilizados alternadamente.
Shemini Atseret é erroneamente referidos como o oitavo dia do festival de
Sucot, que ocupa os sete dias anteriores. De fato, Shemini Atseret é um feriado em si própria. Não há nenhuma utilização do Sukkah em Israel sobre Shemini Atseret, e os lulav e etrog não são acenados, embora alguns se sentar na diáspora no sukkah sobre Shemini Atseret. [2] No entanto, um dos pseudónimos Sucot's litúrgico זמן שמחתנו, "Tempo Felicidade dos Nossos "continua a ser usado para descrever Shemini Atzeret em orações.
Além disso, o Talmud, Rosh Hashaná dissertação 4b menciona que Shemini Atseret separar-se de um feriado em si própria no que diz respeito aos seis específico halakhic questões, mas é considerado o oitavo dia de uma viagem de oito dias em relação ao sétimo. Existe uma disputa entre os comentários sobre o que são essas seis questões.
Desde o Sukkah (e, por extensão, climáticas agradáveis) já não é necessário, os judeus começam a pedir chuva durante a Geshem oração, que é recitado em um distintivo lamentoso melodia do cantor durante a repetição do Musaf Amidah. Em algumas sinagogas o cantor é revestido em uma Kittel, um símbolo de piedade, devido à vitalidade de um juízo positivo de chuva.
Uma breve menção de chuva continua a ser inserido na Amidah até o Pessach

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

SUCOT: proteção e unidade.

Todas as festas judaicas tem o seu próprio colorido e espírito, possuímos festa serenas e alegres, de acordo com o significado, conteúdo e historia das mesmas, que penetram em nossas almas para delas alcançarmos alento.
Após o dia de aflição de alma, em 15 de Tishrei começou o SUCOT (cabanas), a festa alegre das cabanas e que lembra a proteção Divina dada a Israel ao atravessar o deserto. Tendo tembém seu sentido religioso e agrícola, pois marcava o final da colheita da fruta com que se encerra o ano agrícola.
A SUCAH (cabana) nos lembra que dependemos da proteção do Eterno, pois a Sucah não é uma fortaleza, não oferecendo nem um teto sólido acima de nossa cabeça. Lembra-nos, que somos juntamente com todo o nosso conforto, nossa conquista pessoal, social e material nesta vida, é somente um estagio e que não adianta se valer disso, pois é temporário e frágil como uma Sucah!Nesta festa, os judeus também provêm das quatros espécies de plantas diferente cujo conjunto expressa uma união. são elas...
O ETROG (cidra) é uma fruta comestível que tem aroma. Ele simboliza a pessoa que tem instrução e pratica o bem;
O LULAV que é da tamareira, tem fruta, e não tem cheiro, lembra os que tem conhecimento, mas não os põem em prática;
O HADAS (mirto) que tem cheiro mas não é comestível, representa os praticantes, embora não sejam estudiosos ;
A ARAVAH não tem nem fruta, nem cheiro, e pode ser comparada com os que não tem teoria nem pratica
Dentre as explicações, cada uma uma das quatro espécies representa um tipo de judeu. As quatro espécies juntas simbolizam a união do povo; na medida em que uma pessoa pode não valer muito, no conjunto, todos os judeus formam um corpo e só assim alcançaremos nossos objetivos e cumpriremos nossa missão.


quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Yom Kipur: sentimento espiritual

YOM KIPUR: Dia de de afligir a alma ouvir o toque do shofar e esperarmos que a sentença (segundo a crença) seja favorável, mais do que isso, devemos entender que nosso relacionamento com o Eterno deve ir muito mais alem da legalidade (conjunto de formalidade prescrita por lei) da Torah, não sentindo no físico o desconforto pela falta de alimento, e através desse abatimento físico conseguir algum beneficio de D-us, ou somente uma formalidade por ser parte do povo; devemos sentir no espírito o quanto é necessário o nosso contacto com o Eterno, não tendo em nós somente o interesse de vivermos fisicamente, (pois se pensarmos assim somos os mais miseráveis de todo os homem) e sim de sermos mais sensíveis e perceptivos espiritualmente, sendo assim melhore com o nosso semelhante e com o Eterno.
Comentei abaixo sobre cada ano ser melhor... É, realmente acredito nisso a nível individual e congregação, principalmente quando vejo a seriedade de nossos chaverim que tem abraçado a nossa fé e tem cumprido as ordenança com responsabilidade e dedicação.
Não falo somente dos que estão na foto, mas de todos os nossos irmão da Beit-Rio que não puderam estar conosco mas que mesmo assim fizeram o seu dever e cumpriram com o mandamento do Eterno afligindo suas almas e pedindo perdão a D-us na esperança de termos um ano melhor e com mais bênção do Eterno. Uma Beit só se solidifica quando todos os membros sabem de sua real importância com o "corpo" e o mesmo de seu real compromisso com HaShem! Shalom!


Rosh Hashanah: Um ano novo!

Mesmo com atraso não poderia deixar de escrever sobre o nosso dia festivo: se passou o Rosh hashanah e graças ao Eterno fizemos a nossa festa, um tanto quanto simples mas com certeza alegria não faltou, também não é pra menos festejávamos a festa do Eterno e fizemos isso com satisfação e esperança, a final é só o começo e esperamos no Eterno todas as coisas. O ano que se passou foi muito bom, e entendo que cada ano será melhor!
Como disse Salomão:
Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar; Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar; Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora; Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz. Que proveito tem o trabalhador naquilo em que trabalha? Tenho visto o trabalho que D-us deu aos filhos dos homens, para com ele os exercitar...
Como nossa Beit é recente no Rio, que o Eterno nos permita continuarmos plantando nesse novo ano, e que possamos ver muitos frutos, até que chegue o dia da colheita. Assim como na parábola do trigo e do joio: O homem semeou boa semente no campo... Que possamos nós semearmos boa semente (Torah) nós corações sinceros até o dia do mashiach. Amen!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Rosh HaShanah

Rosh Hashaná (hebraico: ראש השנה, literalmente "cabeça do ano", bíblica: IPA: [ɾoʃ haʃ ː ɔnɔh], israelitas: [ʁoʃ haʃana], ídiche: [roʊʃ hɑʃɔnə]) é um feriado judeu vulgarmente designado por " Ano Novo judaico. Observa-se no primeiro dia de Tishrei, o sétimo mês do calendário hebraico, [1], como ordenado na Torá, em Levítico 23:24. Rosh Hashaná é o primeiro do Alto Feriados ou Yamim Noraim ( "Dias de Awe"), ou Asseret Yemei Teshuva (Os Dez Dias de Arrependimento), o mais solene dias do ano judeu, o qual celebrará com o feriado do Yom Kippur. Rosh Hashaná é o início do ano civil, no calendário hebraico (uma das quatro "novo ano" observâncias vários diplomas legais que definem "anos" para diversos fins). É o novo ano para as pessoas, animais e legal contratos. O Mishnah estabelece ainda, neste dia de lado como para o cálculo do novo ano civil eo ano sabático (Shmita) e jubileu (Yovel) anos. Rosh Hashaná comemora a criação do homem, enquanto cinco dias antes, em 25 de Elul, marca o primeiro dia da criação [2].
O Mishnah, o texto principal do Judaísmo da Torá oral, contém a primeira referência conhecida a Rosh Hashaná como o "dia do juízo." No Talmud dissertação sobre Rosh Hashaná afirma que três livros são da conta aberta em Rosh Hashaná, onde a sorte dos ímpios, os virtuosos, e os de uma classe intermediária são gravados. Os nomes dos justos serão imediatamente inscritos no livro da vida, e elas são fechadas "ao vivo". A classe média são permitidas uma folga de dez dias, até Yom Kippur, a arrepender-se e tornam-se bem, e os ímpios são "blotted fora do livro da vida." [3]
Rosh Hashaná é observado como um dia de descanso (Levítico 23:24) e as actividades proibidas no Shabat também estão proibidas em Rosh Hashaná. Rosh Hashaná é caracterizada pela soprando do Shofar, [4] fez um trompete de um carneiro da buzina, destinado a despertar o ouvinte desde o seu "sono" e alertá-los para o próximo julgamento. [5] Há uma série de aditamentos ao serviço regular judaica, mais notavelmente prorrogado uma repetição do Amidah oração para ambos Shacharit e Mussaf. A tradicional hebraico saudação em Rosh Hashaná é "Shana Tova", (pronunciado [ʃanatova]) para "um bom ano", ou "Shana Tova umetukah" para "uma boa e doce ano". Porque os judeus estão a ser julgados por Deus para o próximo ano, mais uma saudação traduz como "pode ser que você escreveu e selados para um ano bom" (ketiva ve-chatima Tovah). Durante a tarde do primeiro dia da prática do tashlikh é observada, no qual são recitados orações próximo de água corrente natural, e um elenco simbolicamente's pecados estão dentro da água. Muitos também têm o costume de atirar pedras em pão ou a água, para simbolizar o "casting off" dos pecados.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Mês de Elul

Elul (hebraico: אֱלוּל, Padrão Elul Tiberiano ʾĔlûl árabe: ﺃﯦﻠﻮﻝ Eiloul, Ayloul; do acádio elūlu) é o décimo-segundo mês do ano civil judaico e o sexto mês do ano eclesiástico no calendário hebraico. É um mês de verão de 29 dias. Elul geralmente cai em Agosto-Setembro no calendário gregoriano. No árabe levantino o mês de Elul é pronunciado Eyloul ou Ayloul e é o equivalente ao nono mês do calendário gregoriano (Setembro).
O mês de Elul é um tempo de arrependimento na preparação para os Grandes festas no judaísmo de Rosh Hashaná e Yom Kipur. No aramaico (a linguagem falada por judeus vivendo no tempo em que os mêses receberam nomes), a palavra "Elul" significa "busca". No hebraico, Elul é um acrônimo de "Ani Ledodi Vedodi Li". Elul é visto como um tempo de um indivíduo buscar em seu coração em preparação para o Dia do Julgamento que está por vir, o Rosh Hashaná, e o Dia do Perdão, o Yom Kipur.
Neste mês nos preparamos para a chegada das Grandes Festas, tocando o shofar todas as manhãs, tendo nossas mezuzot e tefilin examinados para ter certeza de que ainda estão adequadas, e iniciamos um processo de reflexão de nossos atos, à medida que se aproxima o final do mês.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

A beleza da modéstia: Tsniut

Tzeniut , Tznius ou Tzniut (do hebraico צניעות, "modéstia") é um termo usado no judaísmo para descrever o conjunto de mandamentos relacionados à conduta em geral . A tzeniut costuma se relacionar ao modo de vestir de cada judeu, roupas largas e próprias para cada sexo são um dos fatores mais importantes nas regras de Tzeniut.
A modéstia abrange um jogo de cultura ou valores religiosos determinados que relacionam-se uns aos outros.
Pode incluir:
1 A moderação em uma ações ou aparência, não desejando atrair atenção imprópria para si;
2 Subestimando uma realização (veja humildade);
3 falsa modéstia, uma forma de vangloriar-se auto-humilhando-se falsamente;
4 Modéstia sobre sexualidade e a exposição do corpo humano, especialmente tabus contra nudez em muitas culturas.Modéstia do corpo
A modéstia de corpo é o desejo ou requisito de não expor demais o corpo humano; isto aplica à pele nua, mas também ao cabelo, e especialmente às partes íntimas; envolve não só cobrir partes do corpo, mas também obscurecendo sua forma. É realizado por roupa conveniente, meios especiais de roupas variáveis (veja praia), fechando ou trancando a porta quando mudar de roupas ou tomar um banho de chuveiro, etc.; varia de acordo com quem pode vê-lo, tal como o esposo, sócio, amigo ou a familiares do mesmo sexo, estranhos do mesmo sexo, amigos ou a família, incluindo esses do sexo oposto, as pessoas da mesma classe social, as pessoas em geral. Controvérsia
A modéstia pode ser discutível. Um termo alternativo para modéstia, usado por alguns críticos é a vergonha do corpo ou gimnofobia. Modéstia excessiva é chamada pudico (pudor). Falta de modéstia, em excesso é chamado exibicionismo.
Os proponentes da modéstia freqüentemente vêem nela como respeito para os seus corpos e os sentimentos de si e de outros, e algumas pessoas acreditam que podem reduzir crimes sexuais. (Isto é baseado na crença que vítimas de crimes de sexo são, ao menos parcialmente, responsáveis por novos crimes, se eles imodestamente foram vestidos e assim atraíram o delinqüente).
A modéstia é condicionada por religião, cultura, ocasião, etc.
Modéstia judia
O judaísmo Ortodoxo exige dos homens usar uma cobertura na cabeça, chamado kipa, não é relacionado à modéstia; sua função é como um lembrete físico religioso de Deus. O Judaísmo ortodoxo espera das mulheres casadas cobrir seu cabelo; isto é alcançado por xales, chapéus, ou — em muitas comunidades — perucas ("sheitel").
Origem: Wikipédia, enciclopédia livre.


TSNIUT PARA TODOS
Tsniut, quando se ouve essa palavra é comum pensarmos em nossa comunidade feminina, que deve se vestir com tsniut (modéstia), já que a s mulheres pode atrair mais facilmente a atenção imprópria para si.
Disse: "é comum" porque tsniut não é só para mulheres, também para os homens, que devem esta atento a sua maneira de vestir. Mas se for só isso é muito fácil?! Sim, se pensarmos que tsniut está somente relacionado ao vestuário. Mas vai alem disso, deve fazer parte de nossa maneira de falar agir e pensar.
Levando em conta que o físico deve contribuir com o espiritual, tsniut em nossa vida (vestis, fala, ação-comportamento, pensamento, etc) é estarmos cumprindo Torah, consequentemente melhores para com o Eterno
Agora que sabemos que tsniut é um conjunto de mandamentos relacionados à conduta em geral, que sejamos sinceros para com nosso D-us, não esquecendo da frase acima: uma falsa modéstia é uma forma de vangloriar-se auto-humilhando-se falsamente.
Shalom!

domingo, 31 de agosto de 2008

Quem possui a terra de Israel?

Quando o imperador Alexandre da Macedônia, conquistou o Êrets Yisrael (Terra de Israel), não prejudicou os judeus. Os sábios de Israel souberam honrá-lo e apaziguá-lo; portanto, tratava os judeus com justiça e integridade. Mas havia outras nações, vizinhas dos judeus, que pensavam que esta era uma oportunidade de ouro para se apoderarem da terra de Israel.
Os ismaelitas, que foram os primeiros a argumentar o caso diante de Alexandre, foram logo seguidos pelos canaanitas e egípcios.
Os ismaelitas pediam que Alexandre lhes concedesse uma parte de Êrets Yisrael - duas vezes maior que a porção dos judeus - pois seu ancestral, Yishmael, era o primogênito de Avraham; e o primogênito tem o direito a uma dupla porção na herança.
Quando Alexandre disse aos judeus que precisavam aparecer diante de sua corte e responder às queixas dos ismaelitas, nossos sábios, de abençoada memória , ficaram preocupados. Quem iria contestar suas queixas diante do imperador? O que fariam, D-us não o permita, se perdessem o caso, e o imperador decidisse em favor dos ismaelitas?
Havia um velho corcunda cujo nome era Guevihá ben Pessissá. Disse aos outros Sábios:
"Permitam-me fazer a defesa!"
Raramente, Guevilhá revelava seu saber em publico. Porém, os sábios tinham certeza de que era muito sensato. Contudo, temiam pelo pior e o preveniam: "Este é um negócio muito perigoso! Se falhar, D-us não o permita, então Êrets Yisrael será entregue a nossos inimigos!"
"Com sua permissão" - respondeu Guevihá - "irei e apresentarei nosso caso. Se eu perder, poderão dizer: 'Que importância existe nas palavras deste simplório que se apresentou para defender nosso caso; nem foi mandado por nós! Não concordamos com suas palavras. Queremos mandar alguém de nossa escolha para nos representar.' E se eu ganhar o caso, então dirão: "A Torah de Moshê Rabênu venceu!' "
Quando os sábios viram quão grandiosa era a modéstia de Guevihaá ben Pessissá, permitiram-lhe pleitear o caso. rezaram e pediram a HaShem para ajudar Guevihá a encontrar as respostas adequadas contra as queixas dos não-judeus.
Guevihá chegou como procurador dos judeus perante o imperador Alexandre. Diante dele estavam representantes dos ismaelitas, dos canaanitas e dos egípcios.
O imperador começou o julgamento, perguntando:
"Quem está processando quem?"
Os ismaelitas levantaram-se, repentinamente, e bradaram:
"Nós estamos processando os judeus! Exigimos dois terços de sua terra!"
"Que prova vocês têm para confirmar esta queixa?" - perguntou Guevihá ben Pessissá. "Que prova tem que lhes dá direito a alguma porção de Êrets Yisrael?"
"Podemos provar nosso pedido de sua própria Torá - responderam os ismaelitas. "Afirma-se explicitamente em sua Torah que o primogênito de Avraham, enquanto seu antepassado, Ytschac, foi o segundo filho. Assim, deveríamos ter duas partes de Êrets Yisrael, e vocês, somente uma."
Guevihá não se intimidou com suas palavras e respondeu,calmamente:"Muito bem! Minhas reivindicações são também baseadas unicamente nas palavras da Torá".Ele se virou para Alexandre e pergunto:
"Majestade! Quando um homem ainda está vivo pode fazer tudo o que deseja com sua propriedade?"
"Naturalmente,é permitido usufruir sua fortuna como lhe aprouver".
"Bem"-continuou Guevihá -"está escrito na torá que,enquanto ainda estava vivo,Avraham legou todos os seus bens a seu filho Yitschac;e presenteou aos seus outros filhos e os mandou embora,longe de Yitschac.Que justiça existe,então nas exigências dos ismaelitas?"
"Responderam-lhe"-Alexandre ordenou . Mas os ismaelitas não sabiam o que dizer, e saíram humilhados.
Então vieram os canaanitas, que atreveram-se a reclamar:
"Esta terra é nossa! É sempre chamada a Terra de canaã; e canaã era nosso antepassado."
"Vocês tem alguma prova? Em que vocês se baseiam?"
-Guevihá lhes perguntou.
"Em sua Torá!"-responderam os canaanitas."Você não pode negar que a terra de canaã está explicitamente mencionada na Torá muitas vezes.Assim, a própria Torá atesta o fato de que somos os donos verdadeiros da terra.Ela é nossa!"
"Responderam-lhes!"-Alexandre ordenou.
Guevihá ben Pessissá virou-se para o imperador e disse:
"Está também escrito na Torá que canaã será escravo dos filhos de Shem. Somos descendentes de Shem.
Embora sejamos seus servos, os canaanitas são ainda escravos de seus servos. Não basta que durante todos estes anos não trabalham para nós,ainda vêm exigir nossa terra? Além disso, nossa Torá afirma que D-us, que é Senhor de todo o mundo,tirou Êrets Ysrael de canaã e a deu a nós."
Esta resposta também agradou a Alexandre, e os canaanitas não encontraram nenhum argumento para responder.Saíram humilhados.
Em seguida vieram os egípcios e apresentaram suas exigências:
"Sua terra nos pertence!"-alegaram. "Vocês nos devem grandes somas de prata e ouro, e se não podem pagar seu débito,tiraremos sua terra como pagamento!"
"Que prova vocês têm ?"-Guevihá lhes perguntou.
"Se alguém se queixa que outra pessoa lhe deve dinheiro,deve provar isso."
"Traremos provas da sua Torá!"-responderam os egípcios,confiantes."Você não se livrarás de nós tão facilmente.Está explicitamente escrito em sua Torá que antes dos israelitas deixarem o Egipto, 'emprestaram' utensílios de prata e ouro, além de roupas.Vocês devolveram o que pediram emprestado? Não ! Portanto, insistimos que agora devolvam todo o enorme tesouro que tomaram.Ou, então, em lugar disso, dêem-nos sua terra!"
"Como poderá responder a esta exigência?"-perguntou o imperador. "Parece justificável. Vocês possuem dinheiro suficiente para devolver o que levaram dos egípcios?"
Desta vez, também, Guevihá respondeu calmamente:
"Majestade Real! Primeiro precisamos fazer um ajuste de contas. Como vocês sabem, 600.000 israelitas- não contando mulheres e crianças- viveram no Egipto por 210 anos. Durante estes anos, trabalharam arduamente e construíram duas grandes cidades- Pitom e Raamsés- e executaram muitas outras tarefas nas casas e nos campos.Havia certamente muitos artesãos hábeis entre eles, incluindo ourives que sabiam fazer bonitos objetos de prata, ouro e pedras preciosas. Com certeza não é exagero reivindicar um dinar por dia como salário para cada um dos 600.000 israelitas que trabalhou por 210 anos, sem receber um centavo por todos os seus esforços. Vamos fazer as contas e depois veremos quem deve pagar a quem."
Alexandre viu que o assunto era complexo. Assim, chamou seus contadores para calcular quanto dinheiro era devido aos israelitas. Quando terminaram de calcular a conta por cem anos de trabalho, o total já era enorme.Mesmo que os egípcios vendessem seu país inteiro, nunca seriam capazes de reembolsar o que deviam aos judeus. e ainda faltou calcular mais cento e dez anos de trabalho!
Os egípcios entenderam que suas pretensões sobre Êrets Ysrael não eram sábias, nem justas. Pelo contrário! Deviam uma grande soma em dinheiro, e quem sabe se não lhes seria exigido entregar o Egipto aos judeus!
Levantaram-se e fugiram.
Assim, Guevihá ben Pessissá salvou a Terra de Israel, com sabedoria, das mãos daqueles que desejavam roubá-la de seus legítimos donos.
Extraído do livro: Nossos sábios mostraram o caminho v3
Fontes: Talmud Bavli,Sanhedrin 91a Midrash Bereshit Rabá 61:6


MASHIACH / MESSIAS
Os povos sempre trataram de usurpar (apoderar-se astuciosa ou violentamente) o que sempre foi de nosso povo Israel ou o que foi prometido pelo Eterno a nós.
Na midrash acima como se não bastasse querer a terra de Israel, usaram nossa própria Torah, para nos acusar e se beneficiar.
Hoje à exemplo da midrash, os povos insistem em se apoderar do que é de Israel, usam indumentaria judaica sem mesmo saberem seus significados sem nenhum respeito e conhecimento, ignorando o povo (Israel) os verdadeiro detentor das Alianças de HaShem (Rm 9:4-5), certamente a Nova Aliança e a promessa de ter a Torah em nosso interior, escrita em nosso coração (Jr 31:31-33 Hb 8:10) HaShem não fez com outros povos e sim com seu povo Israel.
Falam do Mashiach (Messias) como se a promessa do reino messiânico tivesse sido feita a eles (gentios) e anuncia um Messias dentro de um cenário que tem como base todo um ensinamento romano, usam também a bíblia, e querem ensinar ou até mesmo provar a nosso povo judeu algo do qual nunca creremos, como: trindade, guarda do domingo, morada no céu, e que a Torah já não existe e que foi abolida, coisas absurdas só poderiam ter vindo das nações e não de Israel.
Tendo em vista que todas as promessas foram feitas ao povo de Israel, conforme os ensinamentos de Shaul Hashaliach (apóstolo Paulo) cabe as nações fazerem parte da comunidade de Israel (Ef 2:12), e como zambujeiro ou oliveira brava ser enxertado na Oliveira verdadeira que é Israel e ser participante da raiz e da seiva da Oliveira (Rm 11:17) aprendendo Torah e os ensinamentos dos profetas para ser concidadãos dos santos e da familia de D-us (Ef 2:19) e co-herdeiros da promessa (Ef 3:6). Shalom!

quinta-feira, 19 de junho de 2008













Hino de Israel
Hatikvah
Esperança

kol od balevav p'nimah
Enquanto dentro do coração

Nefesh yehudi homiyah
De cada alma judia palpitar

Ulfa'atey mizrach kadimah
E na direção do oriente

Ayin l'tzion tzofiyah
Os olhos se dirigem a tzion

Od lo avdach tikvatenu
Ainda não passou nossa esperança!

Hatikvah bat shnot alpayim
Esperança que tem dois mil anos!

L'hiyot am chofshi b'artzenu
De ser um povo livre em nossa terra

Eretz Tzion v'Yerushalayim
A terra de Tzion e Jerusalém

Deut29:9 Vós todos estais hoje presentes diante do Eterno,vosso D-us: ..... todo o homem de Israel; 10 as vossas crianças, as vossas mulheres e o peregrino(estrangeiro) ......11 para que entres na aliança do Eterno, teu D-us, e no teu juramento.....; 12 para que hoje te confirme para Si por povo, e seja a ti por D-us, como te falou, e como jurou a teus pais, a Abrahão Isaac e a Jacob. E não somente convosco faço esta aliança e este juramento,..... 14 ......e com aquele que hoje não está aqui conosco.
Deut30:4 Ainda que o teu desterro esteja na extremidade dos céus, dali te ajuntará oEterno, teu D-us, e dali te tomará; 5 e te trará o Eterno, teu D-us, à terra que herdaram teus pais, e a herdarás;.....6 E abrirá o Eterno, teu D-us, teu coração e o coração de tua descendência, para amares ao Eterno, teu D-us, com todo o teu coração e com toda a tua alma, para que vivas.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Dentro de um contexto judaico: uma única Torah (lei).... dois Sábios .... um mesmo parecer!

Se você fosse questionado sobre qual é o principal mandamento da Torah, qual seria sua resposta? Um tanto quanto difícil seria responder isso! Mas darei dois exemplos de resposta:
O exemplo de Yeshua: Nos escrito da Brit Chadash (conhecido como Novo testamento) no livro de Marcos 12:28 diz: Aproximou-se um dos Escribas (Doutor da lei) e perguntou-lhe qual era o principal de todas as mitsvot (mandamentos)? 29 Respondeu-lhe Yeshua: o principal de todos é: Shemah Israel, Adonai Eloheinu, Adonai Echad (Ouve Israel, O Eterno é nosso D-us , o Eterno é UM). 30 E amarás ao Eterno teu D-us, de todo o seu coração com toda a tua alma e com toda as suas forças. 31 O segundo é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outra mitsvah (mandamento) maior do que esta.
Yeshua recitou o "Shemah": a maior oração de nosso povo Israel (onde declaramos que o nosso D-us é Unico) e o amor ao Eterno (Deut 6:4-5)é também o amor ao próximo (Lev 19:18), em outras palavras: seja um cumpridor da Torah!
Isso nos faz ver o quanto o cristianismo nominal ( sem possuir as vantagens reais) que tem como base uma crença trinitária um dia de guarda que não é o shabat (sábado), um desejo de uma morada no céu (Isaias 14:13 Tu dizias no teu coração: eu subirei ao céu, acima das estreala de D-us exaltarei o meu trono; no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do norte), toda uma crença pagã que está na contra mão do verdadeiro ensinamento de Yeshua, um judeu que não fez diferença entre um e outro, um mais favorecido e menos favorecido, entre um grande cumpridor da Torah, um pequeno cumpridor, entre o que tinha popularidade e o anônimo, tentou passar que o grande valor da Torah está no interior e o que expomos com nossas atitudes, ações e palavras, pois Yeshua era cumpridor da Torah ( lucas 23:4 disse Pilatos.... Não acho culpa alguma nesse homem). Vale lembrar que se tratando da Brit Chadash, talvez seja um tanto quanto tendencioso ao cristianismo nominal.
O exemplo de Hillel: (extraído do guia do judaísmo) O Talmud conta que um não-judeu foi a Rabi Shamai, um famoso rabino judeu da época, e perguntou se ele poderia ensinar-lhe toda a Torah "em um pé só". Shamai mandou-o embora pois não acreditava em "cursos-relâmpago" sobre judaísmo.
Então o não-judeu foi até Hillel, que..... Hillel não mandou o homem embora e respondeu sua questão do seguinte modo: " Em um pé só ,a idéia mais importante do judaísmo é não fazer ao próximo o que você não gostaria que fizessem a você". Ele ensinou que a maior lição da nossa religião pode ser tirada do levítico (19:18) "Amarás ao teu próximo como a ti mesmo". Hillel então orientou o homem para que fosse embora e estudasse mais.
.... aquele que perguntou era tão somente um homem apressado; seu pedido pela informação " em um pé só" queria dizer que não tinha muito tempo. contudo, uma interpretação muito mais profunda: o judaísmo se sustenta sobre dois fundamentos, representados pelo fato do Decálogo ter sido escrito em duas tábuas: o não-judeu estava profundamente intrigado pela idéia de que esta religião, da qual ele havia ouvido falar, estava comprometida com ambos. Ele entendia que o judaísmo exigia servir a D-us e ao homem; mas que queria saber era em qual destes dois "pés" o judaísmo colocava uma ênfase maior.
O judaísmo tem, de fato, dois versículo principais que tratam da sujeição do homem. Um está em Deuteronômio (6:5) "e amarás ao Eterno, teu D-us, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas posses". o outro está em levítico (19:18) que incita as pessoas a amarem seus semelhantes. É digno de nota que Hilel não contou ao não-judeu a respeito da sentença sobre a necessidade de se amar a D-us. O sábio não citou ambas as sentença porque o homem havia insistido que queria conhecer a essência do judaísmo "em um pé só" - o que ele realmente queria saber era qual dos dois ideais era o mais importante. Então Hillel disse: como devo fazer uma escolha deixe-me lhe dizer que D-us está mais interessados nas pessoas serem boas umas com as outras do que em ser louvado por elas (guia do judaísmo).
OBS:
No dois relatos acima vemos um parecer semelhante: a diferencia está em quem faz a pergunta: Para Hillel foi um não-judeu, sem conhecimento da Torah, por isso a importância de ressaltar o valor ao próximo (não se valoriza O Criador se não valorizar a Sua obra, Tiago em sua carta às doze tribos da dispersão disse no capítulo 3:8-12 "8 mas a língua... 9 com ela bendizemos ao Eterno e também com ela amaldiçoamos aos homens, FEITO À SEMELHANÇA DE D-US 10 ... não convém que isto seja assim. Pode a fonte jorrar do mesmo manancial água doce e água margosa?"), deixando a entender que após valorização ao próximo valorizaria de forma responsável a D-us. Aquele que não conhece a Torah tem a tendência de enfatizar somente o amor a D-us se esquecendo do próximo, por isso Hillel inverteu a situação e demonstrou o valor ao próximo já que a D-us o povo tende a demonstrar o seu valor.
Para Yeshua foi um doutor da lei (Torah), sabia da importância do amor ao próximo e a D-us e que ambos dever ter os valores equiparados, por isso a necessidade de uma resposta mais completa, pois ele (o escriba) conhecia a Torah e o seu real valor como um todo! Em outra oportunidade disse Yeshua em Mateus (22:37, 39-40) "Amarás o Eterno, teu D-us, de todo o teu coração, de toda a sua alma e com toda a sua força. .... Amarás o teu próximo com a ti mesmo. Destes dois mandamentos depende toda a lei (Torah) e os profetas.
Hillel Hazaken (O Ancião) é o nome de um conhecido líder religioso judeu, que viveu durante o reinado de Herodes, o grande na época do Segundo Templo. Estudioso respeitado em seu tempo, Hillel é associado à diversos ensinamentos da Mishná e do Talmud, tendo fundado uma escola (Beit Hillel) para ensino de mestres no judaísmo.
Yeshua Hamashiach (O Messias) é o nome de um conhecido líder religioso judeu, que viveu durante o reinado de Herodes, o grande na época do Segundo Templo. Estudioso respeitado em seu tempo, Yeshua deixou vários ensinamentos (da Torah) e fez vários discípulos; como naquela época hoje esses tem permanecidos no ensinamentos da Torah (ATOS 24:14) e são conhecidos como OS ISRAELITAS DA NOVA ALIANÇA!

SEJA BEM VINDO!