
O Sentido da Vida:
O SENTIDO DA VIDA: Antes da queda do homem no jardim do Éden o sentido da vida era viver o presente com o Criador.
Hoje o sentido da vida é fazer Teshuvah para garantir o futuro com Ele. (Rosh Yehudah)
Hoje o sentido da vida é fazer Teshuvah para garantir o futuro com Ele. (Rosh Yehudah)
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Yom huledet sameach Levi ben Ezrah

Porto Alegre-RS II

Porto Alegre-RS

quarta-feira, 13 de abril de 2011
Bem vindo
terça-feira, 29 de março de 2011
Sr Enéias de Pequi-MG
Purim 2011

terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Chanucá - 'Eu Acredito Em Milagres'

Nos dias de chanucá esteve conosco o Rosh Ezrá, que veio, entre outras, atender alguns contatos e acertar alguns compromissos; foram muito boas as experiências que tivemos com alguns contatos, na verdade entre o que vi e ouvi, ficou marcado o que vi em um lugar, e ouvi em outro, e na verdade é bem isso mesmo, ser completo em determinadas coisas é ser perfeito, assim será quando o Mashiach chegar; o melhor que ouvi depois de uma longa... Foi: “Eu acredito em milagres, eu acredito em chanucá”; ok que essa frase é comum, e a usamos, mas foi o melhor que ouvi; sem desmerecer tudo o que foi dito e quem disse, mas confesso que essa frase soou de uma maneira diferente. Graças ao Eterno tivemos bons contatos, e que o Ele continue nos ajudando em nossa caminhada.
O próximo shabat é o meu ultimo como residente no Rio, após teremos o congresso em Curitiba e depois só voltarei para acertar os detalhes de minha mudança, mas claro, espero passar outros shabatot com nossos chaverim aqui na Kehilá do Rio. Acima as fotos de meu penúltimo shabat na Kehilá do Rio e minha chanuquiá.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Correspondente em Israel

domingo, 7 de novembro de 2010
Toledot / Gerações

Não valorizar algo não é o mesmo sentimento que se tem ao perdê-lo, pois certamente Esaú sentiu isso no momento em que seu pai disse: Veio Jacob com sutileza e tomou sua benção (Gn 27:35).
Segundo os sábios Jacob estudou na ‘tenda de Shem e de Eber’ como referencia as palavras “habitava em tendas” (Gn 25:27).
Imagine o caso de Jacob e Esaú dentro das ‘tendas dos sábios’, sendo este um acontecimento local, sem se darem conta do desfecho final, não sabendo dos ditos de D-us a Rebeca, etc.
O que muda tudo nesta história foi o contato que D-us teve com Rebeca, ou seja, fora das ‘tendas dos sábios’, com tudo, dentro de seu próprio povo.
Isto me faz lembrar as palavras de Shaul (Paulo) que disse a este respeito usando palavras da Torah e dos profetas: “contudo, não tendo eles ainda nascido, nem feito bem ou mal foi lhe dito (para Rebeca): O maior servirá o menor (Gn 25:23). Como esta escrito: Amei a Jacob e aborreci a Esaú (Ml 1:2,3). Que diremos, pois? Há injustiça da parte de D-us? De maneira nenhuma! Pois ele diz a Moisés: compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia” (Rm 9:11-15) em referênia a Gn 33:19.
O que aprendo com essa história, é que não importa o quanto às pessoas desvalorize por lhe pertencer, algo valorizado por outros, ou que despreze este ‘algo’ em função de uma satisfação momentânea (como Esaú), pois o que no momento pode não ser nada, posteriormente pode ser algo que não se poderá jamais alcançar.
A Benção: Alguns sábios dizem que Isaac sabia que era Jacob, mesmo assim lhe abençoou, pois valorizou sua fala, sua postura diante daquele que o abençoaria. Jacob se colocou diante de seu pai com humildade, mesmo tendo o direito (pois havia comprado de Esaú) se pôs sem arrogância, declarando gratidão a D-us pela caça etc (Gn27:20). Sendo assim aquele que tinha condições de abençoar (Isaac) mesmo não enxergando ‘viu’ no menor (Jacob) integridade, pois verdade e cavaná (intenção) havia em suas palavras e em sua pele havia pelos, mesmo com este contraste Isaac lhe abençoou.
A desconfiança de Isaac, mesmo em sua cegueira, não foram infundadas, assim como a benção com qual abençoou Jacob. Jacob foi abençoado por sua integridade e justificado por haver em sua pele pelos de um animal sacrificial, que simbolizava para o pai o direito que era de seu irmão. Se havia duas bênçãos, uma material, outra espiritual, Isaac viu em Jacob o homem capaz de ter ambas as bênçãos e ainda assim continuar sendo íntegro humilde e acima de tudo, levar essas bênçãos adiante.
Hoje ainda que haja coisas inexplicáveis, tudo está nas ‘mãos’ de D-us, quem sabe se mesmo no ‘silêncio’, por não haver mais o Templo, muitos não estejam sendo abençoados pela integridade mostrada e ‘justificados’ por terem em suas ‘peles’ a ‘roupagem’ de um tsadic (justo), Yeshua. Como descendência de Jacob, disse Yeshua: “até os confins da terra”, jus ao que está escrito sobre Jacob: “... em tua descendência serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 28:14).
Parece um conto infantil entre dois irmãozinhos gêmeos, que, embora nascessem no mesmo dia havia muitas diferenças entre eles, físicas e comportamentais; um era perito, o outro simples; um peludo, o outro liso; um profano, o outro puro.
Tudo na vida tem o valor que se dá a uma determinada coisa, e ninguém pode desvalorizar o que se é valorizado por outrem, pois é uma determinação pessoal; claro que há ‘determinadas coisas’ que segue o curso natural e o direito de valorização é de quem a possui, até que ao desprezar outro adquire.
Pior que desprezar o que não valorizamos, é ficar sabendo de seu real valor no momento em que não há mais tempo de se recuperar, mesmo buscando com lágrimas. Assim foi Esaú.
E a tua descendência será como o pó da terra, e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, e ao norte, e ao sul, e em ti e na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra (Gn 28:14). Assim foi Jacob.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Chaiê Sara / A Vida de Sara

Os sábios dizem que os anos da vida de Sara foram extremamente bons. Mas sobre a morte, ha controvérsias, pois alguns entendem que o motivo da morte foi saber do sacrifício de seu filho; outros, que completaram seus dias.
É notório que há uma redundância no versículo exposto acima - ‘vida de Sara’ - particularmente fico com a idéia que completaram os dias de vida de Sara, devido à repetição exposta no versículo. Sara como sabemos, e isso é claro na Torah, foi de uma grandeza fascinante, e não precisamos estudar muito para ver essa grandeza, somente um pouco de sensibilidade e atenção teremos exemplos para sermos pessoas diferenciadas como ela. A grandeza de Sara fica ainda mais evidente no momento em que ocorreu sua morte. Abrahão é reconhecido por seu bom relacionamento e sua bondade para com os homens, teria neste momento (sacrifício de Isaac) ir contra a sua própria natureza bondosa, à custa de seu filho, pois sempre se preocupava com o próximo, o que fica claro no peso que sentiu em ter que despedir Hagar e Ismael, tendo, porem, que ser confirmado por D-us o que Sara disse.
Abrahão precisava mais... Precisava atingir a meta de Avodat HaShem (serviço/culto a D-us) e o que tudo indica, Sara sabia disso, motivo pelo qual o final de sua vida (de Sara) foi, não após o ‘sacrifício de Isaac’, mas, após a prova de Abrahão.
Como já disse acima ‘os sábios dizem que a causa da morte de Sara foi por ela saber do sacrifício de Isaac’, mas depois de algumas leituras, entendo que, Sara com toda sua sabedoria e elevação espiritual poderia já saber do então ‘sacrifício’, sendo assim, só restava saber se Abrahão atingiria a meta que lhe foi requerida; E ao saber que Abrahão saíra para cumprir o mandado do Eterno, Sara pôde descansar em paz, pois sua meta foi cumprida, não só de deixar a descendência a Abrahão, mas de ajudá-lo a atingir Avodat HaShem.
Quanto a provisão de D-us para a vida de Isaac, ela, como uma mulher que viu cumprir em sua vida a promessa de D-us (de ter um filho) não tinha duvida da continuidade de sua descendência, então só restava saber se o seu esposo atingiu o ponto mais alto de sua vida, deixando este legado não só aos seus descendentes físicos, mas a todas as famílias da terra (Gênesis 12:3). Aprova que se tem de tudo isto esta nas palavras do anjo: “... pois agora sei que temente de D-us és tu, e não negaste teu filho, teu único, a mim” (GN 22:12).
Somente agora faz mais sentido o nome desta parashah, CHAIÊ SARA (vida de Sara), pois na morte ficou revelada toda a sua vida.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Parashah: Vaierah / E apareceu

É de ficar maravilhado quando vemos um comportamento exemplar seja de um homem ou de uma mulher, mas certamente o da mulher sempre chama mais atenção, o contrário também, pois um mau exemplo chama mais atenção quando é de uma mulher do que de um homem. Embora tudo comece na parashah anterior e é a próxima que leva o nome da matriarca, é nesta que Sara se destaca como a dona do legado deixado para todas as mulheres judias, se não, para todas as mulheres do mundo. Sara estava sempre disposta a ajudar a Abrahão, aponto até de dar sua serva para a existência de sua posteridade (de Abrahão), o que pode ser visto com uma falha, já que a tristeza e a raiva (pois Sara não concebia) tiram a clara visão do futuro, neste caso, profeticamente (não decida nada com tristeza ou raiva, poderá não ver a clareza das coisas). Com a decisão de dar sua serva para seu esposo, veio também o desprezo de sua serva, o que motivou a maltratá-la (Gênesis 16:6), o que também é motivo de crítica por parte dos sábios, mas por outro lado, demonstra que, os personagens bíblicos não eram perfeitos, o que contribui para o que sobrepuja, a magnitude das coisas e decisões acertadas de pessoas como Sara, que, com a mesma grandeza que deu sua serva para conceber de seu marido, deu também a ordem para despedi-la, não só um ato de consertar o passado, mas visando também o futuro, a educação e a herança espiritual de seu herdeiro, Issac (Gênesis 21:10). O fato teve a aprovação de D-us, que disse a Abrahão: “escuta a voz de Sara” (Gênesis 21:12). Sara estava em perfeitas condições para ver as coisas do futuro com mais clareza, pois a alegria de ser mãe lhe proporcionava, neste caso, ‘visão proféticas’.
Vaierah é a segunda parashah da vida de Abrahão, que, com toda a certeza, foi um homem disposto a sacrificar em todos os sentidos em função da vontade divina, alem de sua postura e seus diálogos com D-us. Abrahão é sem dúvida o protagonista desta parashah, já Sara como uma coadjuvante de tamanha humildade e simplicidade pode até “rouba a cena”, aponto de muitos entenderem que esta parashah poderia estar mais vinculada a ela (Sara) do que a ele (Abrahão). Com toda humildade é claro!
Marataizes / Rio Novo - ES


Quando o Mashiach chegar será mais fácil levar adiante a Torah, o difícil é fazer agora ajudando pessoas a saírem da escravidão e escuridão do paganismo, com certeza quanto mais esforços empregarmos pra isso mais estaremos próximos de D-us, pois quando levamos aos outros o que recebemos de D-us, nos assemelhamos a Ele, afinal, teshuvah é voltar a origem, a ser a imagem e semelhança de D-us, e amar ao próximo como a ti mesmo é dar oportunidade, dividir a riqueza que um dia HaShem nos concedeu, a Torah.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Noach / Noé
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Estas são as gerações de Noé. Noé foi um homem justo e íntegro em suas gerações; com D-us andou Noé (Gênesis 6:9).
A diferente opiniões entre os sábios acerca da justiça de Noach, pois o verso acima diz: “em suas gerações”. Alguns dizem que se Noach tivesse vivido na geração de justos seria mais justo ainda. Outros entendem que ele era justo em comparação aquela geração corrupta, e que se fosse na geração de Abrahão não seria visto como tal. A alegação contra Noach é que ele não rezou pedindo piedade por sua geração, diferente de Abrahão que pediu por Sodoma e Gomorra, entre outros. A culpa de Noach, segundo os sábios, está também registrada nas palavras do profeta Isaias: É pra mim como as águas de Noé, a respeito delas, jurei que não transbordaria mais essas águas de Noé (Isaias 54:9).
Discussão a parte, cada um deve ser julgado dentro de seu próprio contexto, ademais Pirkê Avot 1:6 nos ensina: julgue a todos favoravelmente. Mas, obviamente meditaremos sobre os prováveis erros de Noach em relação a seu convívio com as pessoas de sua geração e sua responsabilidade.
O que devemos entender é que havia um justo dentre uma geração corrupta e isto já é plausível, o que não significa que ele não tinha uma responsabilidade para com aquela geração sendo ele o meio para uma possível ‘salvação’; mas, não podemos esquecer, por meio dele foi preservado não só a humanidade, mas também os animais.
Noach era o único capaz de representar e rezar a D-us por aquela geração, e é criticado por não ter feito.
E hoje, cada um faz a parte que lhe cabe? Assim como Noach, Israel é único em todo o mundo capaz de ensinar as demais nações a servirem a D-us, pois disse D-us: e vós sereis uma nação de sacerdotes e um povo santo (Êxodo 19:6), logo entendemos que uma nação de sacerdotes ensinaria as demais nações a servirem o verdadeiro e Único D-us; uma nação de sacerdotes preparados pelos ensinos da Torah teria muito mais a ensinar do que as sete leis de Noach, pois as sete leis de Noach são baseadas antes da entrega da lei no Sinai, pois as sete leis seria o mínimo que uma pessoa deveria ter, não para servir a D-us, mas para viver bem com a sociedade, tendo o pouco de dignidade. A Prova que a Torah é transcendental, e que ela é a base, principalmente, para as leis do ocidente. O que nos leva a entender que a totalidade da Torah é a real instrução não só para o secular, mas para uma vida religiosa, pois as mesmas não se separam para aqueles que querem viver como um tsadic (justo).
Os sábios deduzem que na outorga da lei a “voz do Sinai dividiu-se em setenta vozes, em setenta idiomas, para que todos os setenta povos desta época pudessem entender no seu respectivo vocábulo a proclamação do Sinai. Em outras palavras, aquilo que a voz do Shofar proclamou no monte Sinai não apelou exclusivamente ao coração ou a consciência do povo de Israel, mas sim aos corações de toda a Humanidade.” Outro comentário relacionado a isso está em Deut 27:8: E escreverá sobre as pedras todas as palavras desta lei, explicando-as bem. Conforme comentário de Rashi: “nas setenta línguas” (para as demais nações). Daí, entendemos a preocupação de D-us com as demais nações em ensinar não só as sete leis de Noach, mas toda a Torah.
Por que não ensinar e preparar o povo, agora, para a vinda de Mashiach mostrando e vivendo a superioridade da Torah, pois quando Mashiach chegar tudo será conforme a Torah de Moshê e não como as sete leis de Noach.
De Sião sairá o ensinamento da Torah, e de Jerusalém a palavra do Eterno (Isaias 2:3)!
Não nos isentemos de nossas responsabilidades!
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Araçatuba-SP

Sucot 5771/2010

terça-feira, 21 de setembro de 2010
Yom Kipur!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Rosh Hashanah 5771 / 2010
Graças a HaShem nossa festa de Rosh Hashanah foi maravilhosa; se depender da festa em si teremos, com certeza, um ano bom e doce. Posso dizer que a cada ano temos nos superado. Não é pra menos, pois é nosso dever evoluir e valorizar as mitsvot que o Eterno deixou para que cumpríssemos. Agradeço a todos os chaverim que colaborou que pode ou não estar na festa, enalteço aqueles que se empenharam na organização para que a esta mitsvah fosse cumprida com a alegria, mas principalmente aqueles que a dois três dias antes estavam empenhados, para enfim tudo sair perfeito.
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso D-us, Rei do Universo, que conservaste em vida, nos amparaste e nos fizeste chegar a esta época festiva.
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso D-us, Rei do Universo, que conservaste em vida, nos amparaste e nos fizeste chegar a esta época festiva.
Leshanah Tovah Ticatvú Vetechatêmu / Sejamos inscritos e selados para um ano bom!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Shanah Tovah / Feliz Ano Novo 5771!!

O mais importante em Rosh Hashanah é que cada pessoa se desperte para o arrependimento de todo o coração, conforme traz o Maimônedes: "Apesar de o toque do shofar no Rosh Hashanah ser um decreto Divino, há uma indicação nesse ato, ou seja [D-us quer dizer:] 'Acordem do sono, dormidores! Entorpecidos, despertem da letargia. Investiguem suas atuações. Retornem completamente e recordem do criador. Os que esqueceram a verdade através das futilidades do tempo. Os que devotam seus anos em bobagens inutilidades, que não causam qualquer benefício nem pouco auxiliam.
“Olhem para suas almas e aprimorem seus caminhos e seus atos. Que cada um abandone o caminho sinistro e os pensamentos que não tem nada de positivo”.
Fonte: Kitsur Shulchan Aruch
Desejo a todos: Shanah Tovah Umetukah (Um Ano Bom e Doce) 5771!
LESHANAH TOVAH TIKALÊV VETECHATÊM (Que sejamos escrito e selado para um ano bom)!
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Evento: Brasil Israel

Agradeço aos nossos amigos Marcus Robaina e também ao Diretor da Amar Turismo Tiago Brunet.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
L'Ached 2010!
É sempre assim, depois da viagem sempre levo um tempo pra me organizar e digerir as novidades que sempre tem há cada evento, ao menos pra mim é assim! Sempre tem novidades.
O L’Ached foi mesmo muito bom, não só por rever os amigos, mas o evento em si nos proporcionou muito contentamento.
O auge do evento sem dúvida foi o shabat com a chamada a Torah!

Além da tradicional prédica com Rosh Yshai e da parashah com o Rosh Ezrah, tivemos também duas palestras uma com o Rosh Ezrah e outra com Shamash Natan para os jovens.
O L’Ached foi mesmo muito bom, não só por rever os amigos, mas o evento em si nos proporcionou muito contentamento.
O auge do evento sem dúvida foi o shabat com a chamada a Torah!

Além da tradicional prédica com Rosh Yshai e da parashah com o Rosh Ezrah, tivemos também duas palestras uma com o Rosh Ezrah e outra com Shamash Natan para os jovens.
As apresentações de danças foram, além de lindas, emocionantes, pois as danças com temas, como foi apresentando, principalmente pelo grupo de campinas foi realmente de arrepiar... Literalmente. Parabéns a todos!! Ah!! No lado direito superior da montagem abaixo tem uma seta indicando um dançarino... Pois é, é o nosso amigo carioca Daniel, depois que se mudou para Súmaré-SP além de casado está até apresentando danças ao lado, claro, de sua amada. Parabéns!!
Alegria geral pra felicidade dos irmãos de Marataízes-ES que esteve pela primeira vez em um de nossos evento.
A alegria só foi geral mesmo devido a contagiante animação com que o grupo de Campinas apresentou os cânticos... Muito bom!!
Aí estão os responsáveis pelas imagens que foram transmitidas ao vivo e também da captação das imagens que certamente farão o DVD do evento.
Momento inusitado no l'ached, só faltou a foto do Rosh Ezrah, que após dar um 'trato' no visual tratou de 'tratar' do visual do Rosh Nechemiah...
Ainda que por último, não podeira deixar de postar e homenagear as pessoas que trabalharam nos bastidores do evento, antes e depois: o pessoal da cozinha, em especial a Chavah (Fabiana) que não mediu esfoços, mesmo grávida se mostrava incansável; o pessoal da organização, da montagem e desmontagem que praticamente finalizaram com a entrega dos colchões. Pra essas pessoas e pra outros que não estão nas fotos o evento começa antes e termina bem depois de todos irem embora.
Equipe 1
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Parashah: Ki Tetsê / Quando saíres

Muitas e muitas pessoas estão dispostas a fazer parte do povo de D-us, mas, muitas dessas mesmas pessoas após a admissão, e uma provável falha não querem responder por seus atos impensados, motivo pelo qual acaba deixando ou desistindo do povo, mas ficando com um confortante pensamento, de que vai continuar cumprindo Torah, aí, só então “busca um melhor” meio para supostamente se achegar a D-us. Que contraditório! Mas é exatamente assim que muitos fazem, são fracas, pessoas mal resolvidas, mas que tinha toda a chance do mundo pra viver melhor sendo aprovadas por D-us, ainda que pra isso tivesse que passar por algumas lutas e barreiras e por que não, ‘açoites’ caso viesse a errar; não, não se prepararam psicologicamente; não vieram dispostas a se converter, e sim em contribuir somente, talvez até já se achando santo pensando que os outros eram pecadores, enquanto o pecado tomava conta de si, quando olhou pra si se viram digno de ‘açoites’, repreensão. Como diz o texto: Quarenta acoites lhe fará dar, não irá além; não suceda que indo além e lhe fizer mais acoites, teu irmão fique aviltado aos teus olhos (Deut 25:3). Segundo os sábios esse texto explica que é no limite dos quarentas e que só poderia chegar a 39º açoitadas, ou seja, aprendemos também que no povo de D-us ha problemas, e que se tratando da existência deste, se faz necessário de uma corte que aplique as punições. Claro que hoje em nossos dias não há açoites, mas certamente existem homens compromissados com a Torah capazes de dar a exortação adequada para manter a ordem, embora o povo seja de D-us sempre haverá problemas e dificuldade. Muitos que conheceram a Torah e acabaram se desviando do trajeto que inicio, lembre-se D-us não leva em conta o tempo da ignorância, mas se conheceu e acabaram fazendo o que não devia não é simplesmente ignorar, pois como conhecedor que passou a ser, com certeza, será cobrado, ainda que no juízo.
Entendamos: entre erros e acertos a nobreza está em reconhecer e nos arrependermos de nossos erros, respeitando e submetendo às autoridades impostas por D-us em meio ao seu povo.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
L'Ached (Para Unir)
L'Ached é um evento desenvolvido pelas kehilot localizadas na grande São Paulo com o intuito de unir e criar uma interação maior na comunidade; mas o que era regional aos poucos vem ganhando status de evento nacional para nossas kehilot o que é muito bom, pois quanto maior for a união maior é a força. 7 e 8 de Agosto L'Ached; participe!!
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Parashah Ekev

Todos aqueles que estão dispostos a sair do Egito, virtualmente é como aqueles que saíram do Egito literalmente, pois ao receber a mensagem de liberdade e de uma possível saída do ‘Egito’ (vida mundana), primeiro vem o desconforto e as coisas tornam-se mais difíceis (Êxodo 5:18-21), após isso, sente-se protegido pelo Eterno, pois vê os livramentos e as verdades de D-us, agora, com o censo de constatação mais apurada começa a perceber que ha ‘trevas’ entre os ‘egípcios’ e, mesmo estando entre eles(egípcios) há luz para aqueles que querem sair.
Isso tudo acontece, até que finalmente as pessoas conseguem sair do ‘Egito’ e ingressar em uma jornada espiritual, assim foi com o povo de Israel, mais do que um trajeto no deserto era um trajeto espiritual onde todos tinham a oportunidade de conhecer O Criador e reverenciá-lo como o seu D-us. Infelizmente muitos, assim como o povo de Israel no deserto, vêem esse trajeto de dificuldades não como sendo espiritual, mas sim um trajeto de mudança de vida e adaptação a jurisprudência de um código de leis, negligenciando o que deve estar intrinsecamente ligado, a espiritualidade, pois na hora de aceitar a Torah dizem: “tudo que o Eterno falou faremos” (Êxodo 19:8), como de fato, mas não tem a sensibilidade de ouvir a voz do Eterno para poder tomar as decisões corretas no trajeto, pois o único objetivo destas pessoas, é, se não carnal, herdar a promessa feita aos patriarcas, vale apena lembrar que se não olharmos para a nossa caminhada com espiritualidade, sentiremos conforto naquilo que supostamente cumprimos. Teoricamente o povo que saiu do Egito era o povo apto a entrar na terra, pois tinha o sinal na carne da aliança que D-us fez com o patriarca Abrahão, mas, não tinha o sinal que motivou o chamado de D-us a ele, a do coração, motivo pelo qual seus corpos ficaram no deserto: Todo o povo que saíra estava circuncidado, mas a nenhum do povo que nascera no deserto, pelo caminho, depois de terem saído do Egito, haviam sido circuncidado (Josué 5:5). Após todo o trajeto no deserto ‘vemos’ um povo incircunciso fisicamente, mas de coração circuncidado entrar na Terra de Israel, com isso, como lemos no livro de Josué, obtiveram na carne o que tinha no coração, assim como Abrahão.
Neste tempo disse o Eterno a Josué: faz facas de pederneira, e circuncida segunda vez os filhos de Israel (Josué 5:2).
Note que o texto acima diz ‘circuncida segunda’ vez, o que se subtende que o principal motivo que levou a eles a herança de Abrahão foi a circuncisão de coração; motivo pelo qual D-us o chamou.
Circuncidai, portanto, o vosso coração e não mais endureçais a vossa cerviz (Deut 10:16); com certeza esse é o maior critério a ser seguido para os que querem herdar as promessas de Abrahão.
...e nós ouviremos e faremos (Deut 5:28)
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Rosh Ezrah
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Tishá Be Av

Vale a pena ler a mensagem que se segue.
A DESTRUIÇÃO DO TEMPLO
Sabemos que Mashiach reconstruirá o Beit HaMicdash — o Templo Sagrado em Jerusalém. Na verdade, ele precisará realizar esta tarefa antes que possamos declará-lo, com absoluta certeza, Mashiach. Pois a reconstrução do Templo e a restauração das oferendas são um pré-requisito para a plena restauração e revelação da Divina Presença aqui, na Terra, para toda a humanidade.
Mesmo hoje, a importância do Templo permanece penetrante: nós o lembramos em casamentos e funerais; jejuamos em Tishá Be’Av — o dia em que ele foi incendiado; nós estudamos sua estrutura e seus serviços; chegamos a reconstruí-lo simbolicamente em nossas sinagogas e lares: nossos tempos de oração correspondem aos sacrifícios diários e nossas mesas, com chalá e sal, são comparadas ao altar.
Sem dúvida, o Templo — Beit HaMicdash — sempre teve um lugar crucial na vida judaica e no pensamento judaico, e um papel fundamental para Mashiach. Mas por que D’us permitiu a sua destruição, não apenas uma só vez, pelos babilônios, mas também uma segunda vez, pelos romanos?
Curiosamente, de acordo com a Lei Judaica, jamais o Templo deveria ter sido destruído! A Lei Judaica afirma que qualquer pessoa que quebre recipientes, rasgue roupas ou venha a “demolir uma construção”, simplesmente destruir, viola o mandamento contra o desperdício. Além da proibição contra a destruição perversa, existe também — em separado — uma proibição contra fazer danos em qualquer parte do Templo. É proibido até mesmo remover uma só pedra que seja, eis que a Torá diz: “vocês destruirão os altares deles, mas você não fará isto ao Senhor, nosso D’us”. Assim sendo, Maimônides enumera esta como uma das seiscentas e treze mitsvot: “Não destruir o Templo Sagrado ou sinagogas ou casas de estudo”.
Visto que os mandamentos provêm de D’us, são uma expressão de Sua vontade, as mitsvot que nos foram dadas no mundo físico têm um paralelo espiritual, como se diz nos salmos: “Ele profere Suas palavras a Yaakov, Seus estatutos e ordenações, a Yisrael”. Isto significa, explicam nossos sábios, que nossas mitsvot também são as mitsvot de D’us, que Ele, por assim dizer, cumpre os mandamentos espiritualmente, os que nós observamos fisicamente. Como pode então D’us ter permitido a destruição do Templo, e mais ainda, deixá-lo ser destruído por meio de Sua atuação, como profetiza Jeremias: “Veja, estou enviando Nabucodonosor, rei da Babilônia, Meu servo?” Isto não viola a proibição de destruição perversa?
A resposta é não, visto que só é proibida a destruição irresponsável, desnecessária. No entanto, se a única maneira de consertar algo, de corrigir um problema, é primeiro danificar o objeto, então permite-se que alguém assim proceda.
Isto pode se tornar claro examinando-se uma situação análoga com respeito ao trabalho em Shabat. Se alguém danificar alguma coisa simplesmente para destruí-la, as leis de Shabat não foram violadas. Mas se alguém quebra alguma coisa para construir algo, então esse alguém violou as leis de Shabat. Um exemplo é quebrar alguma coisa ou rasgar roupas para aliviar a raiva, eis que o ato positivo, construtivo de alguém se acalmar é executado destruindo-se alguma coisa.
Semelhantemente, a destruição do Templo por D’us, a “materialização da ira de D’us”, foi um ato positivo, construtivo, como está escrito: “Ele descarregou Sua ira sobre a madeira e as pedras e Ele não despejou Sua ira sobre Israel”. A destruição dos primeiros dois Templos não foi insensata ou destituída de razão. O Primeiro Templo foi destruído porque o povo judeu era culpado de idolatria, imoralidade sexual e derramamento de sangue, do que resultaram quatrocentos anos de exílio. O Segundo Templo foi destruído por causa de ódio sem fundamento, a animosidade de um judeu contra outro sem razão, do que resultou nosso atual exílio de quase dois mil anos.
Para salvar o povo judeu, D’us destruiu Sua casa. Foi a única maneira possível de reparar e restaurar o relacionamento entre D’us e o povo judeu.
Há uma questão a mais: a Lei Judaica explica que a permissão de demolir para reconstruir somente se aplica quando a construção será erguida no mesmo lugar e com uma estrutura de igual ou maior santidade. Assim sendo, com relação a uma sinagoga, nenhum dano é permitido a menos que seja necessário para construir: não se pode danificar uma sinagoga nem para uma mitsvá.
Disto podemos concluir que a grande meta da destruição do Templo não foi a destruição em si, mas ocorreu visando a algo mais elevado — “para construir” — um Templo de santidade ainda maior. Este tipo de destruição é uma preparação para a construção, sendo por conseguinte assim denominada. Ou seja, a destruição e a demolição em si mesmas são um tipo — e o início — de construção, neste caso, a construção do Terceiro Templo. Possa ele ser completado, brevemente em nossos dias.
A DOR DA GERAÇÃO DO TEMPLO (BEIT HAMICDASH) E DE MASHIACH
Alshich, um cabalista do século dezesseis, explica que Mashiach aceita seu sofrimento de bom grado, com amor pelo povo judeu e toda a humanidade, e que quando finalmente Mashiach se revelar, nós nos daremos conta de que ele escolheu sofrer. Compreenderemos então quantos esforços ele investiu suportando o sofrimento da geração.
Rabi Shneor Zalman, o fundador do Chassidismo Chabad, na verdade, detalha a natureza e os sintomas da doença de que Mashiach sofrerá.
O Chafets Chaim, em seu trabalho sobre ansiar por Mashiach, discute o conceito das “dores de parto de Mashiach”. De fato, esta idéia, comparar o tempo de Mashiach à dor e ao tormento de dar à luz, é encontrada em todas as discussões filosóficas e místicas sobre Mashiach ao longo dos séculos. Com toda certeza, se a geração na qual Mashiach vier, infelizmente, conhecer muita dor e sofrimento, então o próprio Mashiach partilhará — na verdade, assumirá a porção maior — da doença e da dor.
A DESTRUIÇÃO DO TEMPLO
Sabemos que Mashiach reconstruirá o Beit HaMicdash — o Templo Sagrado em Jerusalém. Na verdade, ele precisará realizar esta tarefa antes que possamos declará-lo, com absoluta certeza, Mashiach. Pois a reconstrução do Templo e a restauração das oferendas são um pré-requisito para a plena restauração e revelação da Divina Presença aqui, na Terra, para toda a humanidade.
Mesmo hoje, a importância do Templo permanece penetrante: nós o lembramos em casamentos e funerais; jejuamos em Tishá Be’Av — o dia em que ele foi incendiado; nós estudamos sua estrutura e seus serviços; chegamos a reconstruí-lo simbolicamente em nossas sinagogas e lares: nossos tempos de oração correspondem aos sacrifícios diários e nossas mesas, com chalá e sal, são comparadas ao altar.
Sem dúvida, o Templo — Beit HaMicdash — sempre teve um lugar crucial na vida judaica e no pensamento judaico, e um papel fundamental para Mashiach. Mas por que D’us permitiu a sua destruição, não apenas uma só vez, pelos babilônios, mas também uma segunda vez, pelos romanos?
Curiosamente, de acordo com a Lei Judaica, jamais o Templo deveria ter sido destruído! A Lei Judaica afirma que qualquer pessoa que quebre recipientes, rasgue roupas ou venha a “demolir uma construção”, simplesmente destruir, viola o mandamento contra o desperdício. Além da proibição contra a destruição perversa, existe também — em separado — uma proibição contra fazer danos em qualquer parte do Templo. É proibido até mesmo remover uma só pedra que seja, eis que a Torá diz: “vocês destruirão os altares deles, mas você não fará isto ao Senhor, nosso D’us”. Assim sendo, Maimônides enumera esta como uma das seiscentas e treze mitsvot: “Não destruir o Templo Sagrado ou sinagogas ou casas de estudo”.
Visto que os mandamentos provêm de D’us, são uma expressão de Sua vontade, as mitsvot que nos foram dadas no mundo físico têm um paralelo espiritual, como se diz nos salmos: “Ele profere Suas palavras a Yaakov, Seus estatutos e ordenações, a Yisrael”. Isto significa, explicam nossos sábios, que nossas mitsvot também são as mitsvot de D’us, que Ele, por assim dizer, cumpre os mandamentos espiritualmente, os que nós observamos fisicamente. Como pode então D’us ter permitido a destruição do Templo, e mais ainda, deixá-lo ser destruído por meio de Sua atuação, como profetiza Jeremias: “Veja, estou enviando Nabucodonosor, rei da Babilônia, Meu servo?” Isto não viola a proibição de destruição perversa?
A resposta é não, visto que só é proibida a destruição irresponsável, desnecessária. No entanto, se a única maneira de consertar algo, de corrigir um problema, é primeiro danificar o objeto, então permite-se que alguém assim proceda.
Isto pode se tornar claro examinando-se uma situação análoga com respeito ao trabalho em Shabat. Se alguém danificar alguma coisa simplesmente para destruí-la, as leis de Shabat não foram violadas. Mas se alguém quebra alguma coisa para construir algo, então esse alguém violou as leis de Shabat. Um exemplo é quebrar alguma coisa ou rasgar roupas para aliviar a raiva, eis que o ato positivo, construtivo de alguém se acalmar é executado destruindo-se alguma coisa.
Semelhantemente, a destruição do Templo por D’us, a “materialização da ira de D’us”, foi um ato positivo, construtivo, como está escrito: “Ele descarregou Sua ira sobre a madeira e as pedras e Ele não despejou Sua ira sobre Israel”. A destruição dos primeiros dois Templos não foi insensata ou destituída de razão. O Primeiro Templo foi destruído porque o povo judeu era culpado de idolatria, imoralidade sexual e derramamento de sangue, do que resultaram quatrocentos anos de exílio. O Segundo Templo foi destruído por causa de ódio sem fundamento, a animosidade de um judeu contra outro sem razão, do que resultou nosso atual exílio de quase dois mil anos.
Para salvar o povo judeu, D’us destruiu Sua casa. Foi a única maneira possível de reparar e restaurar o relacionamento entre D’us e o povo judeu.
Há uma questão a mais: a Lei Judaica explica que a permissão de demolir para reconstruir somente se aplica quando a construção será erguida no mesmo lugar e com uma estrutura de igual ou maior santidade. Assim sendo, com relação a uma sinagoga, nenhum dano é permitido a menos que seja necessário para construir: não se pode danificar uma sinagoga nem para uma mitsvá.
Disto podemos concluir que a grande meta da destruição do Templo não foi a destruição em si, mas ocorreu visando a algo mais elevado — “para construir” — um Templo de santidade ainda maior. Este tipo de destruição é uma preparação para a construção, sendo por conseguinte assim denominada. Ou seja, a destruição e a demolição em si mesmas são um tipo — e o início — de construção, neste caso, a construção do Terceiro Templo. Possa ele ser completado, brevemente em nossos dias.
A DOR DA GERAÇÃO DO TEMPLO (BEIT HAMICDASH) E DE MASHIACH
Alshich, um cabalista do século dezesseis, explica que Mashiach aceita seu sofrimento de bom grado, com amor pelo povo judeu e toda a humanidade, e que quando finalmente Mashiach se revelar, nós nos daremos conta de que ele escolheu sofrer. Compreenderemos então quantos esforços ele investiu suportando o sofrimento da geração.
Rabi Shneor Zalman, o fundador do Chassidismo Chabad, na verdade, detalha a natureza e os sintomas da doença de que Mashiach sofrerá.
O Chafets Chaim, em seu trabalho sobre ansiar por Mashiach, discute o conceito das “dores de parto de Mashiach”. De fato, esta idéia, comparar o tempo de Mashiach à dor e ao tormento de dar à luz, é encontrada em todas as discussões filosóficas e místicas sobre Mashiach ao longo dos séculos. Com toda certeza, se a geração na qual Mashiach vier, infelizmente, conhecer muita dor e sofrimento, então o próprio Mashiach partilhará — na verdade, assumirá a porção maior — da doença e da dor.
Fonte Ad Matai
Com certeza geração do SEGUNDO TEMPLO conheceu muita dor!
Pense nisso!!
Adaptação Rosh Yehudah.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Parashah Devarim

É difícil hoje não favorecer o “grande”? Qual é o prejuízo em não favorecer o “grande”? Há prejuízo nisto?
Vou compartilhar a experiência de um homem que exerceu o rabinato e posteriormente estudando medicina começou a participar das reuniões da “AA” (alcoólicos anônimos)para descobrir os “os segredos terapêuticos” desta instituição:
“Não tivesse sido eu, antes, um religioso, provavelmente eu não teria me impressionado tão profundamente com a “AA”. No entanto dois aspectos daquele programa exerceram um profundo impacto me mim.
Se bem que todas as pessoas são iguais aos olhos de D-us, este importante conceito não pode ser sempre posto em prática numa religião institucionalizada. A maioria das religiões possui prédios locais para culto. Um prédio custa dinheiro, tal e qual a operação de sua atividade e sua manutenção. Uma igreja ou sinagoga precisa de pessoal cuja sobrevivência deve ser proporcionada. Em suma qualquer instituição religiosa tem um orçamento que deve ser observado e cumprido e, invariavelmente, isto é conseguido através de contribuições de seus associados.
Isto cria um problema. Um sócio mais abastado pode contribuir com uma porção maior do orçamento, enquanto um outro, de porte mais modesto, poderá apenas fazer uma pequena contribuição. Se bem que ricos e pobres são iguais ante os olhos de D-us, o religioso deve se preocupar mais em não ofender um membro mais poderoso e influente que dá uma contribuição mais polpuda. Muitas vezes, até mesmo o mais motivado dos religiosos pode ser incapaz de evitar este favoritismo que é, ao menos em teoria, incompatível com os princípios da religião.
Assim, foi uma nova e reconfortante experiência descobrir o igualitarismo da “AA”. Nas salas de reunião, todos são iguais. O dinheiro e o prestigio dos influentes e poderosos nada podem comprar na “AA”. Lembro-me de uma reunião da “AA” onde duas mulheres, Nancy e Edith, estavam envolvidas numa discussão, sentadas lado a lado, cada uma com uma xícara de café e uma rosquinha. Nancy veio à reunião em seu luxuoso automóvel, enquanto que Edith teve de pedir a secretaria do grupo que fizesse uma coleta para que pudesse ser reembolsada pela passagem de ônibus, caso contrario não teria como comparecer às reuniões. A poderosa condição de Nancy não podia comprar-lhe nenhum privilégio especial na “AA”, pois não havia nenhum a ser adquirido. Naquela sala de reuniões, aquelas duas pessoas, extremamente diferentes, eram dois seres humanos em sofrimento, tentado restaurar um certo grau de dignidade em suas vidas. Eu também estava impressionado com a dedicação das pessoas da “AA” na ajuda entre si”.
Se bem que todas as pessoas são iguais aos olhos de D-us, este importante conceito não pode ser sempre posto em prática numa religião institucionalizada. A maioria das religiões possui prédios locais para culto. Um prédio custa dinheiro, tal e qual a operação de sua atividade e sua manutenção. Uma igreja ou sinagoga precisa de pessoal cuja sobrevivência deve ser proporcionada. Em suma qualquer instituição religiosa tem um orçamento que deve ser observado e cumprido e, invariavelmente, isto é conseguido através de contribuições de seus associados.
Isto cria um problema. Um sócio mais abastado pode contribuir com uma porção maior do orçamento, enquanto um outro, de porte mais modesto, poderá apenas fazer uma pequena contribuição. Se bem que ricos e pobres são iguais ante os olhos de D-us, o religioso deve se preocupar mais em não ofender um membro mais poderoso e influente que dá uma contribuição mais polpuda. Muitas vezes, até mesmo o mais motivado dos religiosos pode ser incapaz de evitar este favoritismo que é, ao menos em teoria, incompatível com os princípios da religião.
Assim, foi uma nova e reconfortante experiência descobrir o igualitarismo da “AA”. Nas salas de reunião, todos são iguais. O dinheiro e o prestigio dos influentes e poderosos nada podem comprar na “AA”. Lembro-me de uma reunião da “AA” onde duas mulheres, Nancy e Edith, estavam envolvidas numa discussão, sentadas lado a lado, cada uma com uma xícara de café e uma rosquinha. Nancy veio à reunião em seu luxuoso automóvel, enquanto que Edith teve de pedir a secretaria do grupo que fizesse uma coleta para que pudesse ser reembolsada pela passagem de ônibus, caso contrario não teria como comparecer às reuniões. A poderosa condição de Nancy não podia comprar-lhe nenhum privilégio especial na “AA”, pois não havia nenhum a ser adquirido. Naquela sala de reuniões, aquelas duas pessoas, extremamente diferentes, eram dois seres humanos em sofrimento, tentado restaurar um certo grau de dignidade em suas vidas. Eu também estava impressionado com a dedicação das pessoas da “AA” na ajuda entre si”.
fonte: O EU Espiritual autor Abraham J. Twerski.
Este relato descrito a cima é um exemplo de postura a ser assumida não só por aqueles, já, religiosos, mas por aqueles que ainda serão, principalmente os abastados que talvez espere por um trato diferenciado, sem se dar conta que assim como ele outras pessoas menos abastadas, modestas, busca algo em comum o que faz deles iguais.
Quanto às instituições e lideres cumpridores da Torah não pense somente no hoje favorecendo a um “grande” por manutenção da obra, o amanhã o não favorecido poderá ser você, pois a justiça vem de D-us que é O GRANDE mantenedor de sua obra; seja grande ou pequeno reconhecido ou não e independentemente do lugar busque a justiça Divina. “Não temereis homem algum, porque o juízo é de D-us” (Deut 1:17)
Este relato descrito a cima é um exemplo de postura a ser assumida não só por aqueles, já, religiosos, mas por aqueles que ainda serão, principalmente os abastados que talvez espere por um trato diferenciado, sem se dar conta que assim como ele outras pessoas menos abastadas, modestas, busca algo em comum o que faz deles iguais.
Quanto às instituições e lideres cumpridores da Torah não pense somente no hoje favorecendo a um “grande” por manutenção da obra, o amanhã o não favorecido poderá ser você, pois a justiça vem de D-us que é O GRANDE mantenedor de sua obra; seja grande ou pequeno reconhecido ou não e independentemente do lugar busque a justiça Divina. “Não temereis homem algum, porque o juízo é de D-us” (Deut 1:17)
Momento inusitado!

Em fim, o rapaz não se propôs a apagar e em nenhum momento se mostraram constrangidos, pelo contrario nós é que ficamos, ao ponto de nos retirarmos, mas, dizendo que apagaríamos; quando voltamos o “artista” já tinha se retirado, pois tinha terminado a “obra”, pois não poderíamos esperar que um “artista” como ele depois de ver a “arte” pronta a desfaria.
Tivemos trabalho e gasto, mas tudo ficou como antes, conforme estava no desenho: “na paz”, pois é melhor vive-la que escreva-la no muro dos outros...
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Parashah: Matot / Massei

E falou Moisés aos cabeças das TRIBOS dos filhos de Israel, dizendo: Isto é o que ordenou o Eterno: Quando um homem fizer um voto ao Eterno, ou fizer um juramento para se obrigar a alguma abstinência, não profanará a sua palavra; como tudo que saiu de sua boca assim fará (Nm 30:2-3).
Este é o inicio da parashah matot, mas como depois destes versos a ‘exortação’ é para as mulheres, talvez esse texto seja pouco explorado para com os homens. Por não estar o Eterno visivelmente em nosso meio não é pouco comum homens descumprirem seus votos deixando de lado o que prometeram, obviamente vão se valer de suas análises, com baixo índice de moralidade, e se satisfazer com o pensamento de que seu voto foi com homens e não com D-us, como se D-us aprovasse esse tipo de comportamento.
1 - Torah - Não esqueçamos nunca: pecar contra o próximo é pecado contra o Eterno: E falou o Eterno a Moisés, dizendo: “Quando alguma alma pecar, e fizer falsidade contra o Eterno, e negar a seu companheiro... Ou qualquer coisa que jurou em falso; pagá-lo-á por inteiro e a isso acrescentará a quinta parte (Lv 5:20-24)
2 - Profetas - Lembremos sempre: O Eterno é nossa testemunha: Responderam os anciãos de Gileade, a Jefté: O Eterno é nossa testemunha... (Jz 11:10).
3 - Escritos - vivamos isto: cumprir o que falamos: Palavras de David: aquele que, mesmo que jure com dano seu, não muda (Salmos 15:4).
4 - Brit chadashah - Procedamos: convictamente de nossas decisões: Palavras de Yeshua: Seja, porem, o vosso “Sim”, sim, e o vosso “Não”, não; o que passar disto vem do maligno (Mt 5:37).
E, na continuação da parashah, sobre as mulheres não resta nenhuma dúvida sobre o que a Torah ensina da submissão, mas ainda assim com a responsabilidade do homem de decidir no momento certo; Mas depois de estar informado, os anular mais tarde, responderá ele pela culpa dela (Nm 30:15)
Medite: [Salmo de Davi] SENHOR, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte? Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração. Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo; A cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao SENHOR; aquele que jura com dano seu, e, contudo não muda (Salmo 15:1-4).
Massei
Estas são as JORNADAS dos filhos de Israel que saíram da terra do Egito... (Nm 33:1)
É realmente uma jornada muito extensa, não pela distancia em si, mas pelo tempo que permaneceram no trajeto, mas também, pudera, pois com tantas rebeldias e contendas não era pra menos; pois o Eterno puniu os que continuaram aprisionados mentalmente no Egito, e entrou com um povo renovado, liberto físico e mental, disposto a obedecer; embora os que pereceram também se dispuseram a obedecer, mas na prática não foi assim; pois o cumprimento da Torah não é um mecanismo físico somente, é necessário ter uma mente sã desprendida deste mundo e não se valer daquilo que é passageiro.
Cada momento de nossa vida é uma jornada, e deve ser vivido com muita responsabilidade e respeito, pois todos os acontecimentos e decisões, certas ou erradas são sempre uma oportunidade de aperfeiçoarmos, pois enquanto permitir o Eterno o fôlego de vida em nosso ser é nosso dever buscar o aperfeiçoamento, para daí quem sabe, o Eterno em sua infinita misericórdia nos conceda a “terra prometida”, Olam Habah (o mundo vindouro).
Medite: O homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos. ‘em suas Jornadas’ (Tiago1:8).
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Parashah Pinechás

Na verdade cada pessoa é uma personalidade, por isso estejamos atentos, e não nos enganemos, personalidade é uma coisa, caráter é outra; o que há uma complexidade em torno disso.
Alguns psicólogos concordam que a personalidade se desenvolve e se consolida aos seis anos de idade. (observe crianças a partir de seis e sete anos, é comum elas fazerem qualquer tipo de ‘persona’ (mascara) quando querem alguma coisa).
A palavra personalidade vem da palavra latina ‘persona’, usada originalmente para designar as mascaras usadas pelos autores do antigo teatro grego, com o tempo passou a ser usada como mascara que usamos para o mundo ver.
A palavra caráter tem sua origem no verbo grego que significa "gravar". A firmeza moral de uma pessoa é o sinal visível de sua natureza interior.
Para ficar mais fácil vamos simplificar:
Personalidade é aquilo que te identifica, ou seja, as pessoas não precisam conhecê-lo muito bem para identificá-lo como sendo: “assim” ou “assado”, mas, não necessariamente tem o mesmo comportamento na intimidade, para os da família se mostra “bravo”, para os de fora, “manso”, ou vice-versa, é a “mascara”, a forma de como as pessoas o identifica.
Caráter é aquilo que é na intimidade, ou seja, as pessoas precisam conhecê-lo mais, essa virtude é intima e interior, pois são ações repetidas ao longo da vida e que só pode ser identificadas por pessoas próximas. Caráter é o que somos debaixo da personalidade (máscara), e ao contrario de personalidade se desenvolve ao longo da vida.
Na ordem da parashah:
Caráter 1: Pinchás. Embora a atitude de Pinechás foi falado na parasha passada, mas a parasha desta semana fala que ele e sua descendência recebeu do Eterno a aliança de paz (Nm 25:12) em função de sua atitude, pois foi tomado de zelo de D-us e deteve a mortandade no meio dos filhos de Israel (Nm25:8). Difícil atitude de Pinechás, pois para eliminar o mal foi necessário eliminar o irmão; mais difícil que eliminar o irmão é acreditar que o mal está com ele.
Caráter 2: Moises. Um exemplo de hombridade e imparcialidade em pedir a D-us um substituto, e não indicar a pessoa que sempre o serviu, Josué; embora talvez entendesse que seria a pessoa ideal, se isentou. Sempre estará no comando quem o Eterno mostrar; sábia isenção de Moisés, afinal a pessoa escolhida seria o maior entre povo.
Caráter 3: Josué. Quando citei acima sobre imparcialidade, isenção de Moisés disse: ‘embora talvez entendesse que seria a pessoa (Josué) ideal’, pois me lembrei de Provérbios: O que cuida da figueira comerá do seu fruto; o que zela pelo seu senhor, será honrado (Pv 27:18). Por isso Moisés o honrou, indo mais alem do que D-us tinha dito: ordenou D-us a Moisés: “e porás a tua mão” (Singular, Nm 27:18); e Moisés: “e pôs suas mãos” (Plural, Nm 27:23), demonstrando satisfação pela escolha de D-us e que certamente seria a sua. D-us que conhece o mais profundo de todo o ser chamou a Josué para substituir Moisés, imagine o caráter deste homem para ser escolhido como o sucessor de Moisés dentre seiscentos mil homens. Ademais em outros trechos da Torah fica claro o caráter de Josué.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
'Santa Cruz'

Neste domingo estivemos em Santa Cruz, na casa do chaver Zacai onde esperava-nos com algumas pessoas interessadas em ouvir nossa mensagem e tirar algumas duvidas. O nosso ‘maninho’ quer dizer Zacai (maninho, como é carinhosamente conhecido no bairro) sempre muito espontâneo; estava muito feliz em nos receber.
Mas, felicidade mesmo, como sempre, é falar da bíblia; é muito bom poder orientar as pessoas, e aprender com elas, pois cada questionamento é uma história e a cada história um aprendizado, e a cada aprendizado há oportunidade de nos superar e fazer valer ainda mais a Torah e a justiça de D-us, pois não podemos falar do que achamos, mas do que é certo, a Torah. Espero ter ajudado e que essas pessoas possam se unir a nós, abandonando o paganismo e balizando suas vidas com as palavras de Hashem, Torah.
Agradeço aos chaverim que estiveram comigo: Ben-Ami e Eliahuh. Shalom!!
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Parashah Balac

E hoje, até aonde vai o seu relacionamento com o Eterno? Você é capaz de ‘ouvir’ D-us e cumprir seus mandamentos sem questionar? Ou supostamente ‘cumpri’, mas no fundo é a satisfação de seu próprio ego e o medo de ser punido, sem contar no status de dizer que ‘ouve’ as palavras de D-us e cumpre-as.
Nos dias atuais não são poucas as ‘representações’ de Bilam (Balaão), e isso se da devido à falta de moralidade em que muitos vivem. Dizem, mas não fazem; prometem, mas não cumprem; e quando se vê obrigado a fazer, faz, mas sem paixão; se com paixão, sem razão; se com razão, sem amor; se com amor sem sensibilidade e, sem sensibilidade não se conhece a D-us; pois ninguém ama o que não conhece, e para conhecer a D-us deve haver a sensibilidade de entender as suas Palavras e senti-las como a palavra do D-us vivo e presente.
Mais do que qualquer coisa a parashah deixa claro a falta de moralidade de Bilam, pois a proposta de Balac em honrá-lo (Nm 22:17) fez com que ele insistisse com D-us; e como D-us entrega ao homem o desejo do seu coração... Bilam foi ao encontro de Balac, pensando conseguir a honra, enfim amaldiçoando Israel.
Eu o SENHOR, esquadrinho o coração e provo os rins; e isto para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações (Jeremias 17:10).
terça-feira, 22 de junho de 2010
Ben-Ami - Fórum 2010

segunda-feira, 21 de junho de 2010
Fórum em Curitiba

O fórum como sempre foi muito bom, rever os amigos é sempre bom, mas ouvir as notícias e as novidades que foram passadas só nos deixa mais confiante a caminhada, pois tem coisas que só o Eterno pode nós proporcionar... Em breve escreverei mais sobre isso!
terça-feira, 8 de junho de 2010
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