
O Sentido da Vida:
O SENTIDO DA VIDA: Antes da queda do homem no jardim do Éden o sentido da vida era viver o presente com o Criador.
Hoje o sentido da vida é fazer Teshuvah para garantir o futuro com Ele. (Rosh Yehudah)
Hoje o sentido da vida é fazer Teshuvah para garantir o futuro com Ele. (Rosh Yehudah)
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Shabat no Rio de Janeiro

quinta-feira, 12 de maio de 2011
Cadernos de Lições para o Shabat II

terça-feira, 10 de maio de 2011
Fim de Semana no Parque...

Foi muito animado o dia no parque, mas confesso que cheguei em casa ‘quebrado’, também já fazia um tempo que não corria atrás de bola, empinava pipa, alimentava os peixinhos, enfim fazia a alegria da garotada. Com os pais viajando, os roshim Moshe e Ezrah, sobrou pra mim com maior prazer não só a churrasqueira, mas também ajudar as mães divertir um pouco os garotos que por sinal dá muito mais trabalho do que as garotas, ou melhor, tem mais ‘pique’, pois no caso da minha menina Giovana o negócio era dar comida para os peixes e vê-la andar de bicicleta, já a Rafaela, bom a Rafaela é outros papos... Muito boa à confraternização.
Responsabilidade

domingo, 24 de abril de 2011
Nehemiah e Kefá

Congresso Israelita na Argentina

quinta-feira, 21 de abril de 2011
Aficoman - RJ / Curitiba

É isso aí crianças, além do presentinho ganho no dia, pode pedir o que quiser para os pais.
Pessach 5771/2011 - Curitiba

Pessach 5771/2011 - RJ

segunda-feira, 18 de abril de 2011
Exemplo do Rabi Yeshua

A dupla de Barra Mansa
Tevilá!

sexta-feira, 15 de abril de 2011
Yom huledet sameach Levi ben Ezrah

Porto Alegre-RS II

Porto Alegre-RS

quarta-feira, 13 de abril de 2011
Bem vindo
terça-feira, 29 de março de 2011
Sr Enéias de Pequi-MG
Purim 2011

terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Chanucá - 'Eu Acredito Em Milagres'

Nos dias de chanucá esteve conosco o Rosh Ezrá, que veio, entre outras, atender alguns contatos e acertar alguns compromissos; foram muito boas as experiências que tivemos com alguns contatos, na verdade entre o que vi e ouvi, ficou marcado o que vi em um lugar, e ouvi em outro, e na verdade é bem isso mesmo, ser completo em determinadas coisas é ser perfeito, assim será quando o Mashiach chegar; o melhor que ouvi depois de uma longa... Foi: “Eu acredito em milagres, eu acredito em chanucá”; ok que essa frase é comum, e a usamos, mas foi o melhor que ouvi; sem desmerecer tudo o que foi dito e quem disse, mas confesso que essa frase soou de uma maneira diferente. Graças ao Eterno tivemos bons contatos, e que o Ele continue nos ajudando em nossa caminhada.
O próximo shabat é o meu ultimo como residente no Rio, após teremos o congresso em Curitiba e depois só voltarei para acertar os detalhes de minha mudança, mas claro, espero passar outros shabatot com nossos chaverim aqui na Kehilá do Rio. Acima as fotos de meu penúltimo shabat na Kehilá do Rio e minha chanuquiá.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Correspondente em Israel

domingo, 7 de novembro de 2010
Toledot / Gerações

Não valorizar algo não é o mesmo sentimento que se tem ao perdê-lo, pois certamente Esaú sentiu isso no momento em que seu pai disse: Veio Jacob com sutileza e tomou sua benção (Gn 27:35).
Segundo os sábios Jacob estudou na ‘tenda de Shem e de Eber’ como referencia as palavras “habitava em tendas” (Gn 25:27).
Imagine o caso de Jacob e Esaú dentro das ‘tendas dos sábios’, sendo este um acontecimento local, sem se darem conta do desfecho final, não sabendo dos ditos de D-us a Rebeca, etc.
O que muda tudo nesta história foi o contato que D-us teve com Rebeca, ou seja, fora das ‘tendas dos sábios’, com tudo, dentro de seu próprio povo.
Isto me faz lembrar as palavras de Shaul (Paulo) que disse a este respeito usando palavras da Torah e dos profetas: “contudo, não tendo eles ainda nascido, nem feito bem ou mal foi lhe dito (para Rebeca): O maior servirá o menor (Gn 25:23). Como esta escrito: Amei a Jacob e aborreci a Esaú (Ml 1:2,3). Que diremos, pois? Há injustiça da parte de D-us? De maneira nenhuma! Pois ele diz a Moisés: compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia” (Rm 9:11-15) em referênia a Gn 33:19.
O que aprendo com essa história, é que não importa o quanto às pessoas desvalorize por lhe pertencer, algo valorizado por outros, ou que despreze este ‘algo’ em função de uma satisfação momentânea (como Esaú), pois o que no momento pode não ser nada, posteriormente pode ser algo que não se poderá jamais alcançar.
A Benção: Alguns sábios dizem que Isaac sabia que era Jacob, mesmo assim lhe abençoou, pois valorizou sua fala, sua postura diante daquele que o abençoaria. Jacob se colocou diante de seu pai com humildade, mesmo tendo o direito (pois havia comprado de Esaú) se pôs sem arrogância, declarando gratidão a D-us pela caça etc (Gn27:20). Sendo assim aquele que tinha condições de abençoar (Isaac) mesmo não enxergando ‘viu’ no menor (Jacob) integridade, pois verdade e cavaná (intenção) havia em suas palavras e em sua pele havia pelos, mesmo com este contraste Isaac lhe abençoou.
A desconfiança de Isaac, mesmo em sua cegueira, não foram infundadas, assim como a benção com qual abençoou Jacob. Jacob foi abençoado por sua integridade e justificado por haver em sua pele pelos de um animal sacrificial, que simbolizava para o pai o direito que era de seu irmão. Se havia duas bênçãos, uma material, outra espiritual, Isaac viu em Jacob o homem capaz de ter ambas as bênçãos e ainda assim continuar sendo íntegro humilde e acima de tudo, levar essas bênçãos adiante.
Hoje ainda que haja coisas inexplicáveis, tudo está nas ‘mãos’ de D-us, quem sabe se mesmo no ‘silêncio’, por não haver mais o Templo, muitos não estejam sendo abençoados pela integridade mostrada e ‘justificados’ por terem em suas ‘peles’ a ‘roupagem’ de um tsadic (justo), Yeshua. Como descendência de Jacob, disse Yeshua: “até os confins da terra”, jus ao que está escrito sobre Jacob: “... em tua descendência serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 28:14).
Parece um conto infantil entre dois irmãozinhos gêmeos, que, embora nascessem no mesmo dia havia muitas diferenças entre eles, físicas e comportamentais; um era perito, o outro simples; um peludo, o outro liso; um profano, o outro puro.
Tudo na vida tem o valor que se dá a uma determinada coisa, e ninguém pode desvalorizar o que se é valorizado por outrem, pois é uma determinação pessoal; claro que há ‘determinadas coisas’ que segue o curso natural e o direito de valorização é de quem a possui, até que ao desprezar outro adquire.
Pior que desprezar o que não valorizamos, é ficar sabendo de seu real valor no momento em que não há mais tempo de se recuperar, mesmo buscando com lágrimas. Assim foi Esaú.
E a tua descendência será como o pó da terra, e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, e ao norte, e ao sul, e em ti e na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra (Gn 28:14). Assim foi Jacob.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Chaiê Sara / A Vida de Sara

Os sábios dizem que os anos da vida de Sara foram extremamente bons. Mas sobre a morte, ha controvérsias, pois alguns entendem que o motivo da morte foi saber do sacrifício de seu filho; outros, que completaram seus dias.
É notório que há uma redundância no versículo exposto acima - ‘vida de Sara’ - particularmente fico com a idéia que completaram os dias de vida de Sara, devido à repetição exposta no versículo. Sara como sabemos, e isso é claro na Torah, foi de uma grandeza fascinante, e não precisamos estudar muito para ver essa grandeza, somente um pouco de sensibilidade e atenção teremos exemplos para sermos pessoas diferenciadas como ela. A grandeza de Sara fica ainda mais evidente no momento em que ocorreu sua morte. Abrahão é reconhecido por seu bom relacionamento e sua bondade para com os homens, teria neste momento (sacrifício de Isaac) ir contra a sua própria natureza bondosa, à custa de seu filho, pois sempre se preocupava com o próximo, o que fica claro no peso que sentiu em ter que despedir Hagar e Ismael, tendo, porem, que ser confirmado por D-us o que Sara disse.
Abrahão precisava mais... Precisava atingir a meta de Avodat HaShem (serviço/culto a D-us) e o que tudo indica, Sara sabia disso, motivo pelo qual o final de sua vida (de Sara) foi, não após o ‘sacrifício de Isaac’, mas, após a prova de Abrahão.
Como já disse acima ‘os sábios dizem que a causa da morte de Sara foi por ela saber do sacrifício de Isaac’, mas depois de algumas leituras, entendo que, Sara com toda sua sabedoria e elevação espiritual poderia já saber do então ‘sacrifício’, sendo assim, só restava saber se Abrahão atingiria a meta que lhe foi requerida; E ao saber que Abrahão saíra para cumprir o mandado do Eterno, Sara pôde descansar em paz, pois sua meta foi cumprida, não só de deixar a descendência a Abrahão, mas de ajudá-lo a atingir Avodat HaShem.
Quanto a provisão de D-us para a vida de Isaac, ela, como uma mulher que viu cumprir em sua vida a promessa de D-us (de ter um filho) não tinha duvida da continuidade de sua descendência, então só restava saber se o seu esposo atingiu o ponto mais alto de sua vida, deixando este legado não só aos seus descendentes físicos, mas a todas as famílias da terra (Gênesis 12:3). Aprova que se tem de tudo isto esta nas palavras do anjo: “... pois agora sei que temente de D-us és tu, e não negaste teu filho, teu único, a mim” (GN 22:12).
Somente agora faz mais sentido o nome desta parashah, CHAIÊ SARA (vida de Sara), pois na morte ficou revelada toda a sua vida.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Parashah: Vaierah / E apareceu

É de ficar maravilhado quando vemos um comportamento exemplar seja de um homem ou de uma mulher, mas certamente o da mulher sempre chama mais atenção, o contrário também, pois um mau exemplo chama mais atenção quando é de uma mulher do que de um homem. Embora tudo comece na parashah anterior e é a próxima que leva o nome da matriarca, é nesta que Sara se destaca como a dona do legado deixado para todas as mulheres judias, se não, para todas as mulheres do mundo. Sara estava sempre disposta a ajudar a Abrahão, aponto até de dar sua serva para a existência de sua posteridade (de Abrahão), o que pode ser visto com uma falha, já que a tristeza e a raiva (pois Sara não concebia) tiram a clara visão do futuro, neste caso, profeticamente (não decida nada com tristeza ou raiva, poderá não ver a clareza das coisas). Com a decisão de dar sua serva para seu esposo, veio também o desprezo de sua serva, o que motivou a maltratá-la (Gênesis 16:6), o que também é motivo de crítica por parte dos sábios, mas por outro lado, demonstra que, os personagens bíblicos não eram perfeitos, o que contribui para o que sobrepuja, a magnitude das coisas e decisões acertadas de pessoas como Sara, que, com a mesma grandeza que deu sua serva para conceber de seu marido, deu também a ordem para despedi-la, não só um ato de consertar o passado, mas visando também o futuro, a educação e a herança espiritual de seu herdeiro, Issac (Gênesis 21:10). O fato teve a aprovação de D-us, que disse a Abrahão: “escuta a voz de Sara” (Gênesis 21:12). Sara estava em perfeitas condições para ver as coisas do futuro com mais clareza, pois a alegria de ser mãe lhe proporcionava, neste caso, ‘visão proféticas’.
Vaierah é a segunda parashah da vida de Abrahão, que, com toda a certeza, foi um homem disposto a sacrificar em todos os sentidos em função da vontade divina, alem de sua postura e seus diálogos com D-us. Abrahão é sem dúvida o protagonista desta parashah, já Sara como uma coadjuvante de tamanha humildade e simplicidade pode até “rouba a cena”, aponto de muitos entenderem que esta parashah poderia estar mais vinculada a ela (Sara) do que a ele (Abrahão). Com toda humildade é claro!
Marataizes / Rio Novo - ES


Quando o Mashiach chegar será mais fácil levar adiante a Torah, o difícil é fazer agora ajudando pessoas a saírem da escravidão e escuridão do paganismo, com certeza quanto mais esforços empregarmos pra isso mais estaremos próximos de D-us, pois quando levamos aos outros o que recebemos de D-us, nos assemelhamos a Ele, afinal, teshuvah é voltar a origem, a ser a imagem e semelhança de D-us, e amar ao próximo como a ti mesmo é dar oportunidade, dividir a riqueza que um dia HaShem nos concedeu, a Torah.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Noach / Noé
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Estas são as gerações de Noé. Noé foi um homem justo e íntegro em suas gerações; com D-us andou Noé (Gênesis 6:9).
A diferente opiniões entre os sábios acerca da justiça de Noach, pois o verso acima diz: “em suas gerações”. Alguns dizem que se Noach tivesse vivido na geração de justos seria mais justo ainda. Outros entendem que ele era justo em comparação aquela geração corrupta, e que se fosse na geração de Abrahão não seria visto como tal. A alegação contra Noach é que ele não rezou pedindo piedade por sua geração, diferente de Abrahão que pediu por Sodoma e Gomorra, entre outros. A culpa de Noach, segundo os sábios, está também registrada nas palavras do profeta Isaias: É pra mim como as águas de Noé, a respeito delas, jurei que não transbordaria mais essas águas de Noé (Isaias 54:9).
Discussão a parte, cada um deve ser julgado dentro de seu próprio contexto, ademais Pirkê Avot 1:6 nos ensina: julgue a todos favoravelmente. Mas, obviamente meditaremos sobre os prováveis erros de Noach em relação a seu convívio com as pessoas de sua geração e sua responsabilidade.
O que devemos entender é que havia um justo dentre uma geração corrupta e isto já é plausível, o que não significa que ele não tinha uma responsabilidade para com aquela geração sendo ele o meio para uma possível ‘salvação’; mas, não podemos esquecer, por meio dele foi preservado não só a humanidade, mas também os animais.
Noach era o único capaz de representar e rezar a D-us por aquela geração, e é criticado por não ter feito.
E hoje, cada um faz a parte que lhe cabe? Assim como Noach, Israel é único em todo o mundo capaz de ensinar as demais nações a servirem a D-us, pois disse D-us: e vós sereis uma nação de sacerdotes e um povo santo (Êxodo 19:6), logo entendemos que uma nação de sacerdotes ensinaria as demais nações a servirem o verdadeiro e Único D-us; uma nação de sacerdotes preparados pelos ensinos da Torah teria muito mais a ensinar do que as sete leis de Noach, pois as sete leis de Noach são baseadas antes da entrega da lei no Sinai, pois as sete leis seria o mínimo que uma pessoa deveria ter, não para servir a D-us, mas para viver bem com a sociedade, tendo o pouco de dignidade. A Prova que a Torah é transcendental, e que ela é a base, principalmente, para as leis do ocidente. O que nos leva a entender que a totalidade da Torah é a real instrução não só para o secular, mas para uma vida religiosa, pois as mesmas não se separam para aqueles que querem viver como um tsadic (justo).
Os sábios deduzem que na outorga da lei a “voz do Sinai dividiu-se em setenta vozes, em setenta idiomas, para que todos os setenta povos desta época pudessem entender no seu respectivo vocábulo a proclamação do Sinai. Em outras palavras, aquilo que a voz do Shofar proclamou no monte Sinai não apelou exclusivamente ao coração ou a consciência do povo de Israel, mas sim aos corações de toda a Humanidade.” Outro comentário relacionado a isso está em Deut 27:8: E escreverá sobre as pedras todas as palavras desta lei, explicando-as bem. Conforme comentário de Rashi: “nas setenta línguas” (para as demais nações). Daí, entendemos a preocupação de D-us com as demais nações em ensinar não só as sete leis de Noach, mas toda a Torah.
Por que não ensinar e preparar o povo, agora, para a vinda de Mashiach mostrando e vivendo a superioridade da Torah, pois quando Mashiach chegar tudo será conforme a Torah de Moshê e não como as sete leis de Noach.
De Sião sairá o ensinamento da Torah, e de Jerusalém a palavra do Eterno (Isaias 2:3)!
Não nos isentemos de nossas responsabilidades!
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Araçatuba-SP

Sucot 5771/2010

terça-feira, 21 de setembro de 2010
Yom Kipur!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Rosh Hashanah 5771 / 2010
Graças a HaShem nossa festa de Rosh Hashanah foi maravilhosa; se depender da festa em si teremos, com certeza, um ano bom e doce. Posso dizer que a cada ano temos nos superado. Não é pra menos, pois é nosso dever evoluir e valorizar as mitsvot que o Eterno deixou para que cumpríssemos. Agradeço a todos os chaverim que colaborou que pode ou não estar na festa, enalteço aqueles que se empenharam na organização para que a esta mitsvah fosse cumprida com a alegria, mas principalmente aqueles que a dois três dias antes estavam empenhados, para enfim tudo sair perfeito.
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso D-us, Rei do Universo, que conservaste em vida, nos amparaste e nos fizeste chegar a esta época festiva.
Bendito sejas Tu, Eterno, nosso D-us, Rei do Universo, que conservaste em vida, nos amparaste e nos fizeste chegar a esta época festiva.
Leshanah Tovah Ticatvú Vetechatêmu / Sejamos inscritos e selados para um ano bom!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Shanah Tovah / Feliz Ano Novo 5771!!

O mais importante em Rosh Hashanah é que cada pessoa se desperte para o arrependimento de todo o coração, conforme traz o Maimônedes: "Apesar de o toque do shofar no Rosh Hashanah ser um decreto Divino, há uma indicação nesse ato, ou seja [D-us quer dizer:] 'Acordem do sono, dormidores! Entorpecidos, despertem da letargia. Investiguem suas atuações. Retornem completamente e recordem do criador. Os que esqueceram a verdade através das futilidades do tempo. Os que devotam seus anos em bobagens inutilidades, que não causam qualquer benefício nem pouco auxiliam.
“Olhem para suas almas e aprimorem seus caminhos e seus atos. Que cada um abandone o caminho sinistro e os pensamentos que não tem nada de positivo”.
Fonte: Kitsur Shulchan Aruch
Desejo a todos: Shanah Tovah Umetukah (Um Ano Bom e Doce) 5771!
LESHANAH TOVAH TIKALÊV VETECHATÊM (Que sejamos escrito e selado para um ano bom)!
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Evento: Brasil Israel

Agradeço aos nossos amigos Marcus Robaina e também ao Diretor da Amar Turismo Tiago Brunet.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
L'Ached 2010!
É sempre assim, depois da viagem sempre levo um tempo pra me organizar e digerir as novidades que sempre tem há cada evento, ao menos pra mim é assim! Sempre tem novidades.
O L’Ached foi mesmo muito bom, não só por rever os amigos, mas o evento em si nos proporcionou muito contentamento.
O auge do evento sem dúvida foi o shabat com a chamada a Torah!

Além da tradicional prédica com Rosh Yshai e da parashah com o Rosh Ezrah, tivemos também duas palestras uma com o Rosh Ezrah e outra com Shamash Natan para os jovens.
O L’Ached foi mesmo muito bom, não só por rever os amigos, mas o evento em si nos proporcionou muito contentamento.
O auge do evento sem dúvida foi o shabat com a chamada a Torah!

Além da tradicional prédica com Rosh Yshai e da parashah com o Rosh Ezrah, tivemos também duas palestras uma com o Rosh Ezrah e outra com Shamash Natan para os jovens.
As apresentações de danças foram, além de lindas, emocionantes, pois as danças com temas, como foi apresentando, principalmente pelo grupo de campinas foi realmente de arrepiar... Literalmente. Parabéns a todos!! Ah!! No lado direito superior da montagem abaixo tem uma seta indicando um dançarino... Pois é, é o nosso amigo carioca Daniel, depois que se mudou para Súmaré-SP além de casado está até apresentando danças ao lado, claro, de sua amada. Parabéns!!
Alegria geral pra felicidade dos irmãos de Marataízes-ES que esteve pela primeira vez em um de nossos evento.
A alegria só foi geral mesmo devido a contagiante animação com que o grupo de Campinas apresentou os cânticos... Muito bom!!
Aí estão os responsáveis pelas imagens que foram transmitidas ao vivo e também da captação das imagens que certamente farão o DVD do evento.
Momento inusitado no l'ached, só faltou a foto do Rosh Ezrah, que após dar um 'trato' no visual tratou de 'tratar' do visual do Rosh Nechemiah...
Ainda que por último, não podeira deixar de postar e homenagear as pessoas que trabalharam nos bastidores do evento, antes e depois: o pessoal da cozinha, em especial a Chavah (Fabiana) que não mediu esfoços, mesmo grávida se mostrava incansável; o pessoal da organização, da montagem e desmontagem que praticamente finalizaram com a entrega dos colchões. Pra essas pessoas e pra outros que não estão nas fotos o evento começa antes e termina bem depois de todos irem embora.
Equipe 1
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Parashah: Ki Tetsê / Quando saíres

Muitas e muitas pessoas estão dispostas a fazer parte do povo de D-us, mas, muitas dessas mesmas pessoas após a admissão, e uma provável falha não querem responder por seus atos impensados, motivo pelo qual acaba deixando ou desistindo do povo, mas ficando com um confortante pensamento, de que vai continuar cumprindo Torah, aí, só então “busca um melhor” meio para supostamente se achegar a D-us. Que contraditório! Mas é exatamente assim que muitos fazem, são fracas, pessoas mal resolvidas, mas que tinha toda a chance do mundo pra viver melhor sendo aprovadas por D-us, ainda que pra isso tivesse que passar por algumas lutas e barreiras e por que não, ‘açoites’ caso viesse a errar; não, não se prepararam psicologicamente; não vieram dispostas a se converter, e sim em contribuir somente, talvez até já se achando santo pensando que os outros eram pecadores, enquanto o pecado tomava conta de si, quando olhou pra si se viram digno de ‘açoites’, repreensão. Como diz o texto: Quarenta acoites lhe fará dar, não irá além; não suceda que indo além e lhe fizer mais acoites, teu irmão fique aviltado aos teus olhos (Deut 25:3). Segundo os sábios esse texto explica que é no limite dos quarentas e que só poderia chegar a 39º açoitadas, ou seja, aprendemos também que no povo de D-us ha problemas, e que se tratando da existência deste, se faz necessário de uma corte que aplique as punições. Claro que hoje em nossos dias não há açoites, mas certamente existem homens compromissados com a Torah capazes de dar a exortação adequada para manter a ordem, embora o povo seja de D-us sempre haverá problemas e dificuldade. Muitos que conheceram a Torah e acabaram se desviando do trajeto que inicio, lembre-se D-us não leva em conta o tempo da ignorância, mas se conheceu e acabaram fazendo o que não devia não é simplesmente ignorar, pois como conhecedor que passou a ser, com certeza, será cobrado, ainda que no juízo.
Entendamos: entre erros e acertos a nobreza está em reconhecer e nos arrependermos de nossos erros, respeitando e submetendo às autoridades impostas por D-us em meio ao seu povo.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
L'Ached (Para Unir)
L'Ached é um evento desenvolvido pelas kehilot localizadas na grande São Paulo com o intuito de unir e criar uma interação maior na comunidade; mas o que era regional aos poucos vem ganhando status de evento nacional para nossas kehilot o que é muito bom, pois quanto maior for a união maior é a força. 7 e 8 de Agosto L'Ached; participe!!
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