O Sentido da Vida:
O SENTIDO DA VIDA: Antes da queda do homem no jardim do Éden o sentido da vida era viver o presente com o Criador.
Hoje o sentido da vida é fazer Teshuvah para garantir o futuro com Ele. (Rosh Yehudah)
Hoje o sentido da vida é fazer Teshuvah para garantir o futuro com Ele. (Rosh Yehudah)
terça-feira, 4 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Retrospectiva

Olá pessoal, antes de tudo quero pedir desculpas a todos que acessam e seguem meu blog, pois já há algum tempo não posto. A verdade é que não tenho tido tempo e às vezes quando sobra um tempinho, confesso, mesmo com muita insistência de minha querida esposa não tenho tido cabeça. Mas não poderia deixar passar mais tempo, pois o Rosh hashaná está chegando e é hora de fazer uma retrospectiva dos últimos eventos em que estive presente.
Retrospectiva III - Tevilá no Rio dia 28/08

Retrospectiva II - Congresso no Ceará – 23 e 24/07

Não tenho palavras para descrever o congresso em Parajuru-CE, foi realmente uma festa. Tiveram presente os chaverim dos seguintes lugares: Tibau-RN, São João do Rio do Peixe-PE, Ipueiras-CE e claro as congregações organizadoras, duas da capital Fortaleza e Parajuru. Sou imensamente grato pela recepção e carinho. Como diria o Efraim, que já deve estar morando em Ipueras- CE, o congresso em Parajuru foi ‘Show bom’.
Tevilá - Parajuru
Retrospectiva I - Tevilá 05/06 em Curitiba
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Shabat no Rio de Janeiro

quinta-feira, 12 de maio de 2011
Cadernos de Lições para o Shabat II

terça-feira, 10 de maio de 2011
Fim de Semana no Parque...

Foi muito animado o dia no parque, mas confesso que cheguei em casa ‘quebrado’, também já fazia um tempo que não corria atrás de bola, empinava pipa, alimentava os peixinhos, enfim fazia a alegria da garotada. Com os pais viajando, os roshim Moshe e Ezrah, sobrou pra mim com maior prazer não só a churrasqueira, mas também ajudar as mães divertir um pouco os garotos que por sinal dá muito mais trabalho do que as garotas, ou melhor, tem mais ‘pique’, pois no caso da minha menina Giovana o negócio era dar comida para os peixes e vê-la andar de bicicleta, já a Rafaela, bom a Rafaela é outros papos... Muito boa à confraternização.
Responsabilidade

domingo, 24 de abril de 2011
Nehemiah e Kefá

Congresso Israelita na Argentina

quinta-feira, 21 de abril de 2011
Aficoman - RJ / Curitiba

É isso aí crianças, além do presentinho ganho no dia, pode pedir o que quiser para os pais.
Pessach 5771/2011 - Curitiba

Pessach 5771/2011 - RJ

segunda-feira, 18 de abril de 2011
Exemplo do Rabi Yeshua

A dupla de Barra Mansa
Tevilá!

sexta-feira, 15 de abril de 2011
Yom huledet sameach Levi ben Ezrah

Porto Alegre-RS II

Porto Alegre-RS

quarta-feira, 13 de abril de 2011
Bem vindo
terça-feira, 29 de março de 2011
Sr Enéias de Pequi-MG
Purim 2011

terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Chanucá - 'Eu Acredito Em Milagres'

Nos dias de chanucá esteve conosco o Rosh Ezrá, que veio, entre outras, atender alguns contatos e acertar alguns compromissos; foram muito boas as experiências que tivemos com alguns contatos, na verdade entre o que vi e ouvi, ficou marcado o que vi em um lugar, e ouvi em outro, e na verdade é bem isso mesmo, ser completo em determinadas coisas é ser perfeito, assim será quando o Mashiach chegar; o melhor que ouvi depois de uma longa... Foi: “Eu acredito em milagres, eu acredito em chanucá”; ok que essa frase é comum, e a usamos, mas foi o melhor que ouvi; sem desmerecer tudo o que foi dito e quem disse, mas confesso que essa frase soou de uma maneira diferente. Graças ao Eterno tivemos bons contatos, e que o Ele continue nos ajudando em nossa caminhada.
O próximo shabat é o meu ultimo como residente no Rio, após teremos o congresso em Curitiba e depois só voltarei para acertar os detalhes de minha mudança, mas claro, espero passar outros shabatot com nossos chaverim aqui na Kehilá do Rio. Acima as fotos de meu penúltimo shabat na Kehilá do Rio e minha chanuquiá.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Correspondente em Israel

domingo, 7 de novembro de 2010
Toledot / Gerações

Não valorizar algo não é o mesmo sentimento que se tem ao perdê-lo, pois certamente Esaú sentiu isso no momento em que seu pai disse: Veio Jacob com sutileza e tomou sua benção (Gn 27:35).
Segundo os sábios Jacob estudou na ‘tenda de Shem e de Eber’ como referencia as palavras “habitava em tendas” (Gn 25:27).
Imagine o caso de Jacob e Esaú dentro das ‘tendas dos sábios’, sendo este um acontecimento local, sem se darem conta do desfecho final, não sabendo dos ditos de D-us a Rebeca, etc.
O que muda tudo nesta história foi o contato que D-us teve com Rebeca, ou seja, fora das ‘tendas dos sábios’, com tudo, dentro de seu próprio povo.
Isto me faz lembrar as palavras de Shaul (Paulo) que disse a este respeito usando palavras da Torah e dos profetas: “contudo, não tendo eles ainda nascido, nem feito bem ou mal foi lhe dito (para Rebeca): O maior servirá o menor (Gn 25:23). Como esta escrito: Amei a Jacob e aborreci a Esaú (Ml 1:2,3). Que diremos, pois? Há injustiça da parte de D-us? De maneira nenhuma! Pois ele diz a Moisés: compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia” (Rm 9:11-15) em referênia a Gn 33:19.
O que aprendo com essa história, é que não importa o quanto às pessoas desvalorize por lhe pertencer, algo valorizado por outros, ou que despreze este ‘algo’ em função de uma satisfação momentânea (como Esaú), pois o que no momento pode não ser nada, posteriormente pode ser algo que não se poderá jamais alcançar.
A Benção: Alguns sábios dizem que Isaac sabia que era Jacob, mesmo assim lhe abençoou, pois valorizou sua fala, sua postura diante daquele que o abençoaria. Jacob se colocou diante de seu pai com humildade, mesmo tendo o direito (pois havia comprado de Esaú) se pôs sem arrogância, declarando gratidão a D-us pela caça etc (Gn27:20). Sendo assim aquele que tinha condições de abençoar (Isaac) mesmo não enxergando ‘viu’ no menor (Jacob) integridade, pois verdade e cavaná (intenção) havia em suas palavras e em sua pele havia pelos, mesmo com este contraste Isaac lhe abençoou.
A desconfiança de Isaac, mesmo em sua cegueira, não foram infundadas, assim como a benção com qual abençoou Jacob. Jacob foi abençoado por sua integridade e justificado por haver em sua pele pelos de um animal sacrificial, que simbolizava para o pai o direito que era de seu irmão. Se havia duas bênçãos, uma material, outra espiritual, Isaac viu em Jacob o homem capaz de ter ambas as bênçãos e ainda assim continuar sendo íntegro humilde e acima de tudo, levar essas bênçãos adiante.
Hoje ainda que haja coisas inexplicáveis, tudo está nas ‘mãos’ de D-us, quem sabe se mesmo no ‘silêncio’, por não haver mais o Templo, muitos não estejam sendo abençoados pela integridade mostrada e ‘justificados’ por terem em suas ‘peles’ a ‘roupagem’ de um tsadic (justo), Yeshua. Como descendência de Jacob, disse Yeshua: “até os confins da terra”, jus ao que está escrito sobre Jacob: “... em tua descendência serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 28:14).
Parece um conto infantil entre dois irmãozinhos gêmeos, que, embora nascessem no mesmo dia havia muitas diferenças entre eles, físicas e comportamentais; um era perito, o outro simples; um peludo, o outro liso; um profano, o outro puro.
Tudo na vida tem o valor que se dá a uma determinada coisa, e ninguém pode desvalorizar o que se é valorizado por outrem, pois é uma determinação pessoal; claro que há ‘determinadas coisas’ que segue o curso natural e o direito de valorização é de quem a possui, até que ao desprezar outro adquire.
Pior que desprezar o que não valorizamos, é ficar sabendo de seu real valor no momento em que não há mais tempo de se recuperar, mesmo buscando com lágrimas. Assim foi Esaú.
E a tua descendência será como o pó da terra, e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, e ao norte, e ao sul, e em ti e na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra (Gn 28:14). Assim foi Jacob.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Chaiê Sara / A Vida de Sara

Os sábios dizem que os anos da vida de Sara foram extremamente bons. Mas sobre a morte, ha controvérsias, pois alguns entendem que o motivo da morte foi saber do sacrifício de seu filho; outros, que completaram seus dias.
É notório que há uma redundância no versículo exposto acima - ‘vida de Sara’ - particularmente fico com a idéia que completaram os dias de vida de Sara, devido à repetição exposta no versículo. Sara como sabemos, e isso é claro na Torah, foi de uma grandeza fascinante, e não precisamos estudar muito para ver essa grandeza, somente um pouco de sensibilidade e atenção teremos exemplos para sermos pessoas diferenciadas como ela. A grandeza de Sara fica ainda mais evidente no momento em que ocorreu sua morte. Abrahão é reconhecido por seu bom relacionamento e sua bondade para com os homens, teria neste momento (sacrifício de Isaac) ir contra a sua própria natureza bondosa, à custa de seu filho, pois sempre se preocupava com o próximo, o que fica claro no peso que sentiu em ter que despedir Hagar e Ismael, tendo, porem, que ser confirmado por D-us o que Sara disse.
Abrahão precisava mais... Precisava atingir a meta de Avodat HaShem (serviço/culto a D-us) e o que tudo indica, Sara sabia disso, motivo pelo qual o final de sua vida (de Sara) foi, não após o ‘sacrifício de Isaac’, mas, após a prova de Abrahão.
Como já disse acima ‘os sábios dizem que a causa da morte de Sara foi por ela saber do sacrifício de Isaac’, mas depois de algumas leituras, entendo que, Sara com toda sua sabedoria e elevação espiritual poderia já saber do então ‘sacrifício’, sendo assim, só restava saber se Abrahão atingiria a meta que lhe foi requerida; E ao saber que Abrahão saíra para cumprir o mandado do Eterno, Sara pôde descansar em paz, pois sua meta foi cumprida, não só de deixar a descendência a Abrahão, mas de ajudá-lo a atingir Avodat HaShem.
Quanto a provisão de D-us para a vida de Isaac, ela, como uma mulher que viu cumprir em sua vida a promessa de D-us (de ter um filho) não tinha duvida da continuidade de sua descendência, então só restava saber se o seu esposo atingiu o ponto mais alto de sua vida, deixando este legado não só aos seus descendentes físicos, mas a todas as famílias da terra (Gênesis 12:3). Aprova que se tem de tudo isto esta nas palavras do anjo: “... pois agora sei que temente de D-us és tu, e não negaste teu filho, teu único, a mim” (GN 22:12).
Somente agora faz mais sentido o nome desta parashah, CHAIÊ SARA (vida de Sara), pois na morte ficou revelada toda a sua vida.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Parashah: Vaierah / E apareceu

É de ficar maravilhado quando vemos um comportamento exemplar seja de um homem ou de uma mulher, mas certamente o da mulher sempre chama mais atenção, o contrário também, pois um mau exemplo chama mais atenção quando é de uma mulher do que de um homem. Embora tudo comece na parashah anterior e é a próxima que leva o nome da matriarca, é nesta que Sara se destaca como a dona do legado deixado para todas as mulheres judias, se não, para todas as mulheres do mundo. Sara estava sempre disposta a ajudar a Abrahão, aponto até de dar sua serva para a existência de sua posteridade (de Abrahão), o que pode ser visto com uma falha, já que a tristeza e a raiva (pois Sara não concebia) tiram a clara visão do futuro, neste caso, profeticamente (não decida nada com tristeza ou raiva, poderá não ver a clareza das coisas). Com a decisão de dar sua serva para seu esposo, veio também o desprezo de sua serva, o que motivou a maltratá-la (Gênesis 16:6), o que também é motivo de crítica por parte dos sábios, mas por outro lado, demonstra que, os personagens bíblicos não eram perfeitos, o que contribui para o que sobrepuja, a magnitude das coisas e decisões acertadas de pessoas como Sara, que, com a mesma grandeza que deu sua serva para conceber de seu marido, deu também a ordem para despedi-la, não só um ato de consertar o passado, mas visando também o futuro, a educação e a herança espiritual de seu herdeiro, Issac (Gênesis 21:10). O fato teve a aprovação de D-us, que disse a Abrahão: “escuta a voz de Sara” (Gênesis 21:12). Sara estava em perfeitas condições para ver as coisas do futuro com mais clareza, pois a alegria de ser mãe lhe proporcionava, neste caso, ‘visão proféticas’.
Vaierah é a segunda parashah da vida de Abrahão, que, com toda a certeza, foi um homem disposto a sacrificar em todos os sentidos em função da vontade divina, alem de sua postura e seus diálogos com D-us. Abrahão é sem dúvida o protagonista desta parashah, já Sara como uma coadjuvante de tamanha humildade e simplicidade pode até “rouba a cena”, aponto de muitos entenderem que esta parashah poderia estar mais vinculada a ela (Sara) do que a ele (Abrahão). Com toda humildade é claro!
Marataizes / Rio Novo - ES


Quando o Mashiach chegar será mais fácil levar adiante a Torah, o difícil é fazer agora ajudando pessoas a saírem da escravidão e escuridão do paganismo, com certeza quanto mais esforços empregarmos pra isso mais estaremos próximos de D-us, pois quando levamos aos outros o que recebemos de D-us, nos assemelhamos a Ele, afinal, teshuvah é voltar a origem, a ser a imagem e semelhança de D-us, e amar ao próximo como a ti mesmo é dar oportunidade, dividir a riqueza que um dia HaShem nos concedeu, a Torah.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Noach / Noé
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Estas são as gerações de Noé. Noé foi um homem justo e íntegro em suas gerações; com D-us andou Noé (Gênesis 6:9).
A diferente opiniões entre os sábios acerca da justiça de Noach, pois o verso acima diz: “em suas gerações”. Alguns dizem que se Noach tivesse vivido na geração de justos seria mais justo ainda. Outros entendem que ele era justo em comparação aquela geração corrupta, e que se fosse na geração de Abrahão não seria visto como tal. A alegação contra Noach é que ele não rezou pedindo piedade por sua geração, diferente de Abrahão que pediu por Sodoma e Gomorra, entre outros. A culpa de Noach, segundo os sábios, está também registrada nas palavras do profeta Isaias: É pra mim como as águas de Noé, a respeito delas, jurei que não transbordaria mais essas águas de Noé (Isaias 54:9).
Discussão a parte, cada um deve ser julgado dentro de seu próprio contexto, ademais Pirkê Avot 1:6 nos ensina: julgue a todos favoravelmente. Mas, obviamente meditaremos sobre os prováveis erros de Noach em relação a seu convívio com as pessoas de sua geração e sua responsabilidade.
O que devemos entender é que havia um justo dentre uma geração corrupta e isto já é plausível, o que não significa que ele não tinha uma responsabilidade para com aquela geração sendo ele o meio para uma possível ‘salvação’; mas, não podemos esquecer, por meio dele foi preservado não só a humanidade, mas também os animais.
Noach era o único capaz de representar e rezar a D-us por aquela geração, e é criticado por não ter feito.
E hoje, cada um faz a parte que lhe cabe? Assim como Noach, Israel é único em todo o mundo capaz de ensinar as demais nações a servirem a D-us, pois disse D-us: e vós sereis uma nação de sacerdotes e um povo santo (Êxodo 19:6), logo entendemos que uma nação de sacerdotes ensinaria as demais nações a servirem o verdadeiro e Único D-us; uma nação de sacerdotes preparados pelos ensinos da Torah teria muito mais a ensinar do que as sete leis de Noach, pois as sete leis de Noach são baseadas antes da entrega da lei no Sinai, pois as sete leis seria o mínimo que uma pessoa deveria ter, não para servir a D-us, mas para viver bem com a sociedade, tendo o pouco de dignidade. A Prova que a Torah é transcendental, e que ela é a base, principalmente, para as leis do ocidente. O que nos leva a entender que a totalidade da Torah é a real instrução não só para o secular, mas para uma vida religiosa, pois as mesmas não se separam para aqueles que querem viver como um tsadic (justo).
Os sábios deduzem que na outorga da lei a “voz do Sinai dividiu-se em setenta vozes, em setenta idiomas, para que todos os setenta povos desta época pudessem entender no seu respectivo vocábulo a proclamação do Sinai. Em outras palavras, aquilo que a voz do Shofar proclamou no monte Sinai não apelou exclusivamente ao coração ou a consciência do povo de Israel, mas sim aos corações de toda a Humanidade.” Outro comentário relacionado a isso está em Deut 27:8: E escreverá sobre as pedras todas as palavras desta lei, explicando-as bem. Conforme comentário de Rashi: “nas setenta línguas” (para as demais nações). Daí, entendemos a preocupação de D-us com as demais nações em ensinar não só as sete leis de Noach, mas toda a Torah.
Por que não ensinar e preparar o povo, agora, para a vinda de Mashiach mostrando e vivendo a superioridade da Torah, pois quando Mashiach chegar tudo será conforme a Torah de Moshê e não como as sete leis de Noach.
De Sião sairá o ensinamento da Torah, e de Jerusalém a palavra do Eterno (Isaias 2:3)!
Não nos isentemos de nossas responsabilidades!
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Araçatuba-SP

Sucot 5771/2010

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